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ANP: preço do etanol cai em 17 Estados e no DF, sobe em 7 e fica estável no RN na semana

03/07/2026 | 19:14
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 Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


Os preços médios do etanol hidratado caíram em 17 Estados e no Distrito Federal, subiram em sete Estados e ficaram estáveis no Rio Grande do Norte nesta semana. No Amapá, não houve levantamento de preços do biocombustível. Os dados são da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), compilados pelo AE-Taxas.

Nos postos pesquisados pela ANP em todo o País, o preço médio do etanol recuou 0,49% na semana, de R$ 4,10 para R$ 4,08 o litro. Em São Paulo, principal Estado produtor, consumidor e com mais postos avaliados, o preço caiu 0,26%, para R$ 3,81 o litro.

A maior alta porcentual foi registrada em Alagoas, onde o litro do etanol avançou 5,21%, para R$ 5,05. A maior queda ocorreu em Mato Grosso, com recuo de 3,69%, para R$ 3,65 o litro.

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O preço mínimo registrado na semana para o etanol em um posto foi de R$ 2,99 o litro, em São Paulo. O maior preço, de R$ 6,59 o litro, foi observado em Pernambuco. Já o menor preço médio estadual, de R$ 3,65 o litro, foi registrado em Mato Grosso, enquanto o maior preço médio foi verificado em Rondônia, de R$ 5,56 o litro.

Etanol x gasolina

O etanol era mais competitivo em relação à gasolina em oito Estados e no Distrito Federal nesta semana. Na média dos postos pesquisados no País, o etanol tinha paridade de 61,72% ante a gasolina, portanto favorável em comparação com o derivado do petróleo, conforme levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) compilado pelo AE-Taxas. Os dados se referem ao período de 28 de junho a 4 de julho.

A paridade era de 68,62% na Bahia; 63,59% no Distrito Federal; 64,09% em Goiás; 54,23% em Mato Grosso; 61,42% em Mato Grosso do Sul; 65,92% em Minas Gerais; 62,63% no Paraná; 69,49% em Santa Catarina; e 59,07% em São Paulo.

Executivos do setor observam que o etanol pode ser competitivo mesmo com paridade superior a 70%, a depender do veículo em que o biocombustível é utilizado.




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