Combustíveis Em evento no Rio, o ministro ainda atribuiu ao Congresso possíveis efeitos da reforma tributária para a exportação de produtos do setor de óleo e gás
FOTO: Tomaz Silva/Agência Brasil

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, reafirmou nesta quinta-feira (2) que a subvenção dada pelo governo para conter a alta da gasolina, de R$ 0,44 por litro, será revertida na semana que vem. Ao participar de um evento com empresários no Rio de Janeiro, o ministro ainda atribuiu ao Congresso possíveis efeitos da reforma tributária para a exportação de produtos do setor de óleo e gás.
"Da mesma forma como tivemos prontidão para erguer as proteções, quando essas condições que me fizeram colocar as medidas protetivas deixam de existir, com o preço do petróleo diminuindo, nós temos que ir revertendo os benefícios ou as subvenções", disse a jornalistas. "A ideia é, no tempo e com cuidado, retirar totalmente, até os próximos meses, todo o subsídio que haja a combustível no País", pontuou.
Durigan ressaltou que parte das medidas já foi desfeita, como o acordo com os Estados que envolvia subvenções e importação de diesel, e o PIS/Cofins voltou a incidir sobre o diesel. Ele lembrou ainda que uma primeira parcela de subvenção, de R$ 0,35 por litro de diesel, deixou de ser paga às distribuidoras a partir de julho. Restam, além da gasolina, a subvenção adicional de R$ 1,12 no diesel.
Durigan participou nesta quinta do evento Caminhos do Brasil, promovido pelo jornal Valor Econômico.
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