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Europa: bolsas fecham em alta sob impulso de ações de saúde e alimentos, com techs pressionadas

02/07/2026 | 12:47
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 Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


As bolsas europeias fecharam em alta nesta quinta-feira, 2, impulsionadas pela migração de investidores para ações defensivas e pela melhora do apetite por risco após dados fracos de emprego nos EUA. O avanço dos setores de saúde e de alimentos e bebidas compensou as perdas em tecnologia, enquanto os mercados também repercutiram dados do mercado de trabalho da zona do euro e os desdobramentos das negociações entre Washington e Teerã.

Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 1,67%, a 10.652,87 pontos. Em Frankfurt, o DAX subiu 2,02%, a 25.546,40 pontos. Em Paris, o CAC 40 ganhou 1,65%, a 8.474,86 pontos. Em Milão, o FTSE MIB avançou 1,60%, a 52.428,18 pontos. Em Madri, o Ibex 35 subiu 1,54%, a 19.705,70 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 ganhou 1,20%, a 9.199,84 pontos. As cotações são preliminares.

A taxa de desemprego da zona do euro permaneceu em 6,2% em maio, abaixo da expectativa de 6,3%. Já nos EUA, o payroll mostrou criação de 57 mil vagas em junho, bem abaixo da previsão de 110 mil, enquanto a taxa de desemprego caiu para 4,2%. O dado fez o mercado reduzir apostas de alta nos juros pelo Federal Reserve (Fed) já na reunião de setembro.

DGABC

A Saxo Markets afirmou que setores defensivos, como saúde, que subiu 3,6%, podem oferecer proteção diante da volatilidade das empresas de tecnologia (-2,5%). O setor de alimentos e bebidas avançou 1,8%. O setor de luxo recuperou parte das perdas recentes e subiu cerca de 2%.

Entre as ações, a Bayer avançou 8,4% após anunciar a consolidação de seus negócios de glifosato nos EUA em uma nova empresa. Em Paris, Carrefour (+3,6%) e Sanofi (+3,5%) avançaram, enquanto a LVMH subiu cerca de 3,6%. Na ponta negativa, empresas ligadas a chips seguiram pressionadas, com quedas de ASML (-5,3%) e ASM International (-6,7%), refletindo preocupações persistentes com os elevados investimentos em infraestrutura de inteligência artificial (IA).

*Com informações da Dow Jones Newswires




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