Cultura & Lazer Titulo 'Tome cuidado'

'Supergirl' invade os cinemas brasileiros nesta quinta-feira (25)

No longa, o público acompanha Kara Zor-El, uma jovem kryptoniana que não tem interesse em assumir o papel de heroína como seu primo, Clark Kent, o Superman

25/06/2026 | 08:22
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FOTO: Divulgação Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


“Olhe para cima!”. Foi com esse lema – em inglês, Look Up – que a DC deu início à sua nova fase nos cinemas em 2025, estampando a frase nos cartazes de Superman, de James Gunn, estrelado por David Corenswet como o Homem de Aço, peça que faz alusão ao protagonista estar sempre nos céus, pronto para proteger. Agora, a mensagem ganha um contraponto. Com a chegada de Supergirl aos cinemas, o idealismo associado ao herói dá lugar a uma protagonista mais complexa. Nas artes de divulgação, o tradicional Look Up aparece pichado, transformando-se em Look Out – algo como “cuidado”, em tradução livre.

Em Supergirl, que estreia nesta quinta-feira (25) nas redes de cinema da região com distribuição da Warner Bros. Pictures, o público acompanha Kara Zor-El (Milly Alcock), uma jovem kryptoniana que não tem interesse em assumir o papel de heroína como seu primo, Clark Kent, o Superman. No entanto, uma aliada inesperada e um vilão capaz de ameaçar toda a galáxia podem não lhe deixar alternativa além de encarar o próprio destino. Na jornada, ela se une a Lobo (Jason Momoa, ex-Aquaman), um anti-herói tão imprevisível quanto poderoso, na busca para ajudar seu cão Krypto, peça central da trama. Craig Gillespie dirige o filme a partir do roteiro de Ana Nogueira.

Durante a turnê global de divulgação, Milly Alcock (Kara Zor-El/Supergirl), Craig Gillespie (diretor), Ana Nogueira (roteirista) e Peter Safran (produtor e co-CEO da DC Studios) passaram pelo Brasil. Entre os compromissos, acompanharam o empate da Seleção Brasileira por 1 a 1 com o Marrocos na Copa do Mundo, participaram de um evento com fãs e se reuniram com a imprensa para falar sobre o segundo longa-metragem do DCU (DC Universe) nas telonas. O Diário acompanhou a coletiva e também assistiu a 30 minutos do novo filme.

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“O que me atraiu na Supergirl foi justamente o quanto ela é pouco convencional. Diferente de todas as versões que vimos antes. Em termos de preparação, recebi um presente maravilhoso, que foi este roteiro”, afirma a estrela do longa, Milly Alcock, que também destacou a dimensão do papel. “Vestir o traje pela primeira vez foi interessante. Lembro de colocá-lo, fazermos uma tomada, e um dos nossos produtores começou a chorar. Foi nesse momento que eu realmente entendi a responsabilidade, não apenas com os fãs, mas também com as pessoas que estão fazendo este filme.”

A atriz aproveitou a passagem pelo País para elogiar a recepção brasileira. Segundo ela, o Rio de Janeiro, onde a equipe permaneceu durante a visita, tem energia contagiante e atmosfera acolhedora.

Os chefes da DC Studios, Peter Safran e James Gunn, assinam a produção de Supergirl, baseado nos personagens criados por Jerry Siegel e Joe Shuster. “A Supergirl é uma personagem extremamente importante para a DC. Conhecemos as tragédias e os traumas que ela enfrentou, e queríamos mostrar sua jornada para encontrar seu lugar no universo. Este filme também nos permite continuar explorando a história da Superfamília, que é a narrativa mais ampla que estamos contando em todo o DCU neste momento”, diz Safran.

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EQUIPE

Cineasta conhecido por comandar produções protagonizadas por mulheres marcantes, como Eu, Tonya (2017), estrelado por Margot Robbie, e Cruella (2021), com Emma Stone, Craig Gillespie comanda o longa que tem. nos bastidores, uma equipe com o diretor de fotografia Rob Hardy, o designer de produção Neil Lamont, a editora Tatiana S. Riegel, a figurinista Anna B. Sheppard e o supervisor de efeitos visuais Geoffrey Baumann. Já o roteiro foi desenvolvido por Ana Nogueira com base na HQ Mulher do Amanhã, com trilha sonora assinada por Ramin Djawadi.

Para Gillespie, um dos momentos mais gratificantes do processo foi acompanhar as primeiras impressões do público antes da estreia. “Quando finalmente se mostra o filme para as pessoas e vê reações, significa que a obra está se conectando com elas”, afirma. “Nós assumimos um risco ao trabalhar uma personagem tão complexa, e ver as pessoas responderem positivamente a isso tem sido incrível”, complementa.

Já Ana define o longa como a realização de um sonho. Responsável por construir uma versão mais humana de Kara e sem interesse em ser heroína – algo perceptível nos 30 minutos exibidos à imprensa –, ela destaca que a personagem é moldada pelas relações e experiências que viverá ao longo da trajetória, por conta da ligação com Krypto, que retorna após aparição em Superman. “Como todos nós, ela é uma tapeçaria formada por todas essas experiências.”

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