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Rayssa volta às competições com erros e em 5º na final de Roma da Copa do Mundo de Skate Street

21/06/2026 | 17:15
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De volta às pistas após três meses de uma fratura óssea no joelho direito, Rayssa Leal mostrou insegurança, errou algumas manobras e terminou na quinta colocação na etapa de Roma, na Itália, da Copa do Mundo de Skate Street, somando apenas 142,55 pontos. A brasileira buscava o bicampeonato na prova, algo inédito na pista, e quem obteve o feito foi a australiana Chloe Covell, que brilhou com 177,01 pontos. Completaram o pódio a japonesa Yumeda Oda, com 155,15, e a chinesa Cui Chenxi, somando 152,78.

Quinta colocada na sexta-feira, Rayssa tinha rivais de peso na decisão na pista italiana, casos das japonesas Yumeda Oda, a jovem Mei Ozeki, de 13 anos, e Coco Yoshizawa, além da atual campeã, a australiana Chloe Covell, e a chinesa Cui Chenxi.

Terceira a ir à pista, a brasileira errou sua volta inicial logo na terceira manobra, somando modestos 58,85 pontos. Oda já tinha 73,47 e logo viu Chloe também se destacar, com 79,39. A campeã olímpica Yoshizawa também cometeu falhas, enquanto Chenxi fechou a volta inicial das favoritas com 68,95 após perder a linha.

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Ciente que não podia mais errar, Rayssa mais uma vez ousou e novamente não conseguiu encaixar a manobra, ficando para trás e se obrigando a ser perfeita na última passagem do primeiro giro. Apenas na sexta colocação, a brasileira tirou a camiseta por uma volta precisa que novamente não veio. Com 58,85, o pódio ficou muito distante. Chloe já liderava e aumentou ainda mais seu domínio, com 86,84.

Após uma pausa para respiro, as skatistas voltaram à pista para as manobras finais. Rayssa, enfim, cometeu um acerto, assumindo o provisório segundo lugar. Quem estava sorridente era Chloe, com mais uma manobra incrível e gigantes 172,64 no geral.

A brasileira ainda queria um pódio, mas precisava de uma nota gigantesca acima de 93, o que não ocorreu após novo erro e agradecimento pelo apoio do público. A final tinha nome: Chloe Covell, que fechou com 90,17, na melhor manobra de todas na decisão, única na casa dos 90 pontos, repetindo a conquista de 2025.

PÓDIO TODO JAPONÊS NO MASCULINO E BRASIL EM QUINTO E OITAVO

O dia começou com ordem invertida e a final masculina primeiro. As esperanças verde e amarela eram Giovanni Vianna e Wallace Gabriel, em dura disputa com trio japonês que havia se garantido na sexta-feira com as melhores marcas.

E o domínio dos asiáticos começou com o complemento do primeiro giro. Sora Shirai cravou imponentes 86,47, diante de 84,91 de Toa Sasaki, que caiu na segunda tentativa. Fechava o pódio Kairi Netsuke, com 83,37.

Depois de errar na primeira manobra, Giovanni realizou grande movimento para assumir a quinta colocação com 82,13 pontos, superando Wallace Gabriel, sexto com 79,11.

Alguns minutos de descanso e mais três voltas para cada competidor. E o sul-coreano Juni Kang, então em quarto, acertou linda manobra e não escondeu sua insatisfação com os 84,33 recebidos. No geral, subiu para 167,70.

O norte-americano Julian Agliardi, então fora da disputa, saiu comemorando após surpreender a todos com 92,67, a maior nota até então. Pena ter feito pouco nas três primeiras manobras. Vianna cometeu três falhas e terminou em oitavo. Shirai brilhou e ficou sossegado no topo com 177,92.

Com 160,83, Wallace era o terceiro até Netsuke dar show e entrar no pódio, subindo para 172,19 e garantindo a prata. Sasaki também fez bonito e fechou o pódio japonês pelo segundo ano seguido, ao terminar com 168,41, em terceiro.




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