Política Titulo Funcionalismo

Reajuste de 4,14% a servidores de Mauá vai para sanção de Marcelo Oliveira

Parlamentares aprovam proposta em segundo turno por 19 votos a 3

Bruno Coelho
11/06/2026 | 18:52
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Celso Luiz/DGABC
Celso Luiz/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


Os vereadores de Mauá aprovaram, em segunda votação por meio de sessão extraordinária nesta quinta-feira (11), a proposta de reajuste de 4,14% aos servidores municipais, pelo placar de 19 votos favoráveis a três contrários. Desse modo, a redação parte para a sanção do prefeito Marcelo Oliveira (PT) – enquanto a reposição da mão de obra do Legislativo será aplicada mediante à promulgação do presidente da Casa, Juninho Getúlio (PT). Entre as sete cidades da região, o percentual previsto ao funcionalismo mauaense será o menor aplicado.

Mauá foi o último município no Grande ABC a colocar em discussão a pauta salarial da categoria entre os parlamentares, porém, sem acordo com o Sindserv (Sindicato dos Servidores e Funcionários Públicos) local. A entidade sindical defendeu a revisão da inflação acumulada nos 12 meses anteriores à data-base de abril, correspondente a exatamente aos 4,14% no IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), mais 5% de aumento real, além da incorporação do abono de R$ 150, entre outras reivindicações.

O placar da votação na sessão extraordinária se manteve praticamente o mesmo da primeira apreciação na última terça-feira, como única alteração a ausência do vereador Renan Pessoa (MDB), favorável à propositura na plenária anterior. Os vereadores Mazinho (PL), Alexandre Vieira (Avante) e Wellington da Saúde (PSB) – este integrante da base de Marcelo Oliveira – mantiveram os posicionamentos contrários à propositura.

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No Grande ABC, Ribeirão Pires fixou reajuste de 5,3% ao funcionalismo, seguido de São Caetano (5,1%), Santo André e Rio Grande da Serra (ambos 5%), além de São Bernardo e Diadema (as duas cidades aplicaram 4,36% de reposição sem consenso com os respectivos sindicatos).

Insatisfeito com a proposta do governo, o Sindserv de Mauá não colocou objeção à aprovação do texto, com intuito de não deixar trabalhadores públicos sem reajuste sequer. A entidade sindical afirma, porém, que seguirá com as tratativas junto ao Paço para as demais pautas.




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