Memória Milton Parron, o menino que não gostava de rádio, se torna o grande repórter de São Paulo
Crédito da foto 1 – Estadão Conteúdo

A chance na Panamericana
Depoimento: Milton Parron
Década de 50. Fomos morar em Avaré (interior de São Paulo). A rádio local precisava de locutor. Na escola, era bom de português, tirava sempre dez. Fazia composições, que eram lidas em voz alta na sala de aula. Meu pai me levou para um teste da rádio. Reprovado.
Sr. Ramon procurou o dono da rádio, que também era gerente do Banespa. Ameaçou fechar a conta no banco. Acabei contratado como aprendiz de operador. Fazia o horário da noite e torcia para que o locutor João Bruno Marcon faltasse, para ficar no lugar dele.
Sr. Ramon mandou que eu escrevesse para Sara Kubitschek, primeira-dama do País, para que ela conseguisse um teste para mim na Rádio Nacional, do Rio de Janeiro.
- Pai, fui reprovado na rádio de Avaré, que chance tenho na Nacional do Rio?
- Lá você passa.
Brasília responde para que eu procurasse, na Nacional, Celso Guimarães. Fiz um teste. Reprovado. Voltamos para São Paulo. Consegui um bom emprego na Vasp, onde trabalhei durante três anos. Ao mesmo tempo, tornei-me plantão esportivo nos finais de semana na Rádio Panamericana, em 1959, sendo efetivado em 1962. Por conta, pegava o gravador e ia atrás de notícias e algo marcante foi entrevistar, no interior da cela, por simples acaso, o temível Chico Picadinho. Furo nacional. Virei repórter. Pedi demissão da Vasp. Fui ganhar bem menos na futura Pan, mas feliz. Estava onde queria. No rádio. AMANHÃ NA SEMANA MILTON PARRON Nasce o plantão no rádio
Crédito da foto 1 – Estadão Conteúdo CHICO PICADINHO. Uma entrevista que revelou um grande repórter MEMOFUT Escalamos um novo time
Hoje é aniversário de Antonio Carlos Meninéa, que inaugura uma nova escalação do Grupo Literatura de Memória do Futebol – recebe a camisa 3 porque sempre foi zagueiro quando peladeiro.
Antonio Carlos é radialista formado pela Radioficina de São Paulo, com participações em programas esportivos pela internet cobrindo jogos no Pacaembu, Morumbi e Anacleto Campanela.
Apaixonado pelas histórias e memória do futebol brasileiro, ele é autor dos livros "Romeiro o Sputnik brasileiro", "1981 - O ano mais feliz de nossa vida Rubro-Negra" e mais recentemente a HQ "Rondinelli - O Deus da Raça do futebol brasileiro". TIRO DE META Nascimento: Rio de Janeiro, 12-6-1963. Mora em São Paulo desde 1992, membro do Memofut desde 2009. Pais: Irineia Pacheco de Mattos Meninéa e Sebastião Antonio Meninéa.
Esposa: Virginia Cunha Campos Zucha; filha, Isabela.
Formação: bacharel em Direito pela Universidade Mackenzie; pós-graduação em Direito do Trabalho; técnico de segurança do Trabalho.
Crédito da foto 2 – Álbum pessoal CAMISA 3. Com Meninéa, Memória começa a escalar uma nova seleção do Memofut México 70 7 de junho A Cidade do México tem três linhas de teleféricos, uma opção barata (R$2,00 por viagem) e rápida para o transporte público da cidade. Aqui, na Linha 3 do "CableBus", passando sobre o Bosque de Chapultepec, onde uma gigantesca bola "TelStar" traz a lembrança da Copa de 1970. Sérgio Paz Memofut Crédito da foto 3 – Sérgio Paz BOLÃO. Sistema de transporte moderno e a lembrança da Copa do Tri brasileiro NAS ONDAS DO RÁDIO Grande ABC e Você "Lá de trás daquele morro tem um pé de manacá, nós vamo casá, nós vamo prá lá, cê qué?". Sucesso de 1950 na voz de Isaura Garcia (1950) O manacá em flor é uma das riquezas da Serra do Mar, espalhado também pelas cidades. É sempre muito gratificante e prazeroso cuidar de nossas plantas, vasos de folhagens e flores, quando temos um espaço que nos permita fazer isso e, claro, com amor, pois a natureza só devolve o que recebe. Um exemplo disso é um vaso (meu preferido), de samambaia de metro - nome popular que minha saudosa mãe plantou e me presenteou há 50 anos, juntamente com um vaso de Antúrios rosa. Ambos, apesar de tanto tempo, mantêm a beleza da juventude. Muitos perguntam: qual adubo você utiliza? Respondo: cascas de alho, ovos, bananas, tudo triturado com água. Simples assim, da terra para a terra. A propósito: no dia 5 de junho comemoramos o Dia do Meio Ambiente e importa muito que cada um de nós faça sua parte respeitando a Natureza. Produção e apresentação: José Carlos Pereira, que fez história na Publicidade do Diário. Crônica de abertura, Marilza Cunha Pereira. Amanhã, sábado, a partir das 7h da manhã. Rádio ABC AM (1570) e FM (81.9). Crédito das fotos 4 e 5 – Fotos: Marilza Cunha Pereira FLORES E FOLHAGENS. Exemplares do jardim dos Pereira na Vila Helena QUINTA AVENIDA Gravações com dois ícones da moderna canção italiana. Gino Paoli, cantor e emérito compositor de clássicos da música popular italiana. Ornella Vanoni, cantora e também compositora. Carreira de quase 60 anos de enorme sucesso. Produção e apresentação: Ronaldo Benvenga. Rádio Scalla FM (online), sábados e domingos às 19h. Site: www.radioscalla.com.br Disponível no YouTube - digitar: quinta avenida - Ronaldo Benvenga e clicar em vídeos. No Facebook - digitar: Ronaldo Guilherme Benvenga. DIÁRIO HÁ MEIO SÉCULO Sábado, 12 de junho de 1976 – nº 2774 MANCHETE – Saúde fiscalizará todos os alimentos na fase de vendas. SANTO ANDRÉ – Cidade organiza a Operação Inverno, contra poluição. MAUÁ – Itapark Novo, um bairro sem nada. NOTA – Era 1976. Cinquenta anos depois, o Grande Itapark, na Mauá rejuvenescida, é uma verdadeira cidade. HOJE Dia dos Namorados Dia do Correio Aéreo Nacional Dia Mundial da Erradicação do Trabalho Infantil MUNICÍPIOS BRASILEIROS No Estado de São Paulo, hoje é o aniversário de Santo Antônio do Aracanguá. No Paraná: Ibema, Lindoeste, Matinhos, Ouro Verde do Oeste e Santa Tereza do Oeste E mais: Bodocó (PE), Colônia Leopoldina (AL), Domingos Martins (ES), Italva (RJ), Janduís (RN), Rio Grande do Piauí (PI), Santo Antonio do Amparo (MG), São João dos Patos (MA), São Ludgero (SC) e Simão Dias (SE).
Santo Onofre 12 de junho Viveu no século IV. Foi monge. Virou eremita. Padroeiro dos tecelões. Protetor do dinheiro. Sua história é contada por São Pafuncio, que o encontrou no deserto.
Ilustração: Blog A12 - Redação
PENSAMENTO DO DIA “Todas as mais amargas amarguras não são mais do que doçura neste adorável coração, onde tudo se muda com amor”. Santa Margarida Maria Alacoque Folhinha Sagração Coração de Jesus, 2026




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