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Palmeiras repudia injúria racista contra Carlos Miguel em clássico com o Corinthians

13/04/2026 | 08:15
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O Palmeiras publicou uma nota oficial na madrugada desta segunda-feira, 13, repudiando uma injúria racista sofrida pelo goleiro Carlos Miguel durante o empate sem gols com o Corinthians, na Neo Química Arena, pelo Campeonato Brasileiro. O clássico foi marcado por briga generalizada no espaço que dá acesso ao vestiário após o apito final.

"Diante desta grave violência, incompatível com qualquer valor civilizatório, o Palmeiras se solidariza com o atleta e pede que as autoridades competentes adotem as providências devidas, incluindo a identificação e a responsabilização de todos os envolvidos. Não podemos tolerar o racismo", escreveu o Palmeiras.

Por sua vez, o Corinthians manifestou solidariedade ao goleiro e afirmou que repudia veementemente qualquer ato de racismo e discriminação. Carlos Miguel defendeu o time alvinegro entre os anos de 2021 e 2024.

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"O Corinthians informa que não medirá esforços para identificar e responsabilizar o(s) autor(es) deste ato inaceitável, colaborando integralmente com as autoridades competentes para que as devidas providências sejam tomadas. Não há espaço para o racismo no futebol e na sociedade", diz nota divulgada pelo clube.

O clássico entre Corinthians e Palmeiras foi marcado por cenas lamentáveis dentro e fora de campo. Com a bola rolando, os time protagonizaram uma partida pobre, com entradas acima do tom e que terminou com o time alvinegro tendo dois expulsos.

Após o apito final, jogadores e seguranças de ambas as equipes se envolveram em uma briga generalizada no espaço que dá acesso ao vestiário. O Palmeiras informou que Luighi foi agredido por um funcionário do Corinthians. Já o clube alvinegro falou que Gabriel Paulista e Breno Bidon sofreram agressões de seguranças palmeirenses.

Os dois clubes, em notas, disseram que registrariam os casos no Juizado Especial Criminal (Jecrim). Entretanto, o Corinthians propôs ao Palmeiras que não houvesse sequência nos casos junto à Polícia Civil. Como não houve acordo, cada um deve registrar um boletim de ocorrência.




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