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Alice Braga fala sobre relacionamento com Renata Brandão e cita ex: O amor não acaba, se transforma

18/05/2026 | 16:03
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Entre 2017 e 2023, Alice Braga viveu um relacionamento discreto e à distância com a atriz Bianca Comparato. Agora, a atriz deu uma nova chance ao amor e está com a produtora Renata Brandão.

Durante entrevista ao O Globo, ela contou que está em um momento maravilhoso, mas mostrou ser muito grata pelo que viveu com Bianca, já que a ex foi uma pessoa importante em sua vida.

Questionada se o namoro tem mais frescor do que o casamento, ela respondeu:

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Tinha muito frescor com a Bianca (Comparato, atriz), uma mulher superimportante na minha vida. O amor não acaba, se transforma. Quando me apaixonei pela Renata, foi um novo amor, uma nova história. Ela é uma pessoa muito legal, está no mesmo meio que eu, temos muitos amigos em comum. Estou num momento maravilhoso.

Aos 43 anos de idade, Alice também falou sobre a maternidade e a decisão de não ter filhos:

Sou muito apaixonada por crianças, mas não parei para ter filho, foquei na profissão. Ainda tenho dúvidas se quero ou não. Não preciso ser mãe biológica. Por enquanto, não tenho planos. Mas posso mudar no futuro.

A atriz também comentou sobre sua relação com sua tia, Sonia Braga:

A gente se vê pouco, não somos tão coladas. Nos encontramos mais no espectro da atuação. Minha tia é uma honra nacional. Tenho profunda admiração por ela. Foi uma das primeiras atrizes latino-americanas a entrar nos Estados Unidos e furar a barreira numa outra época. Ela é um ícone para latinas, como Salma Hayek e Jennifer Lopez. Bem antes de Wagner (Moura) e Nanda (Torres), Sonia estava lá.

Em outro momento da entrevista, Alice relembrou uma época em que teve crises de ansiedade.

Há cerca de cinco, seis anos, passei por uma fase muito doida, de muita autocobrança, muita ansiedade. Me questionava se era boa atriz e se estava fazendo as escolhas certas, nada nunca era o suficiente. Hoje as pessoas vivem se comparando e todo mundo tem que dar sempre o seu melhor. Não se pode ter mais espaço nem tempo livre. Precisa estar sempre no máximo da produção, performar 100%. Entrei numa baixa autoestima e insegurança. Não tomei remédio. Consegui voltar a respirar por meio da terapia e do candomblé. Foi um período difícil, mas transformador.




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