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Petróleo fecha em alta modesta em meio a acordo preliminar entre EUA e Irã

Negociado na New York Mercantile Exchange (Nymex), o petróleo WTI para julho fechou em alta de 0,25% (US$ 0,22), a US$ 88,90 o barril.

28/05/2026 | 15:58
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Os contratos futuros do petróleo fecharam em leve alta nesta quinta-feira, 28, em sessão marcada por volatilidade, com investidores avaliando um acordo preliminar fechado entre os EUA e o Irã, mas que ainda precisa da chancela dos líderes dos dois países.

Negociado na New York Mercantile Exchange (Nymex), o petróleo WTI para julho fechou em alta de 0,25% (US$ 0,22), a US$ 88,90 o barril.

Já o Brent para agosto, negociado na Intercontinental Exchange de Londres (ICE), avançou 0,49%% (US$ 0,45), a US$ 92,70 o barril.

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O petróleo chegou a operar no negativo com a expectativa de paz no Oriente Médio, mas ganhou fôlego de mais de 1% no começo da tarde.

A Axios informou que Washington e Teerã chegaram a um acordo para navegação "irrestrita" no Estreito de Ormuz, enquanto permanecem incertezas e tensões após troca de ataques. A força aérea de Israel realizou um ataque aéreo em um subúrbio de Beirute, no Líbano, aumentando ainda mais a pressão na região.

Por enquanto, o mercado parece preso entre as tensões de curto prazo renovadas e uma esperança persistente de que ambos os lados ainda tenham incentivo suficiente para fazer os fluxos de energia se moverem, diz o analista Matt Britzman, da Hargreaves Lansdown.

Na guerra da Ucrânia, Kiev atacou na quarta-feira a refinaria de Tuapse, uma das maiores instalações no sul da Rússia. O Casaquistão e Rússia ainda assinaram um acordo-quadro para aumentar o fornecimento de petróleo russo à China para 12,5 milhões de toneladas, informou a Interfax, que acrescentou que o Casaquistão pode enviar até 3 milhões de toneladas da commodity via bitcoin em 2026.

O vice-presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano), Philip Jefferson, afirmou na noite da quarta-feira que os EUA não estão imunes às pressões no mercado de energia, ao mesmo tempo em que alertou que a economia americana continua vulnerável aos choques nos preços do petróleo.

*Com informações da Dow Jones Newswires




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