Literatura Na obra, não existem vilões e trilhamos cada página acompanhados pelo soldado-filósofo, que busca avançar rumo ao autoconhecimento, partindo da ignorância e à procura da iluminação, tanto a dele como a de seus pares
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Na obra de fantasia ‘O Eremita’ (Ed. E-Galáxia, 260 págs., R$ 14,90), somos apresentados a Atrium, descrito como um valente e leal soldado do reino de Setentrião. Ao se aventurar pelas Profundezas e pelo Vale das Sombras, o objetivo maior do protagonista é trazer luz ao mundo, indicando a verdade onde há ilusão e oferecendo paz onde existe a guerra.
Porém, para alcançar a sabedoria, primeiro, ele deve encontrar respostas para suas perguntas, em uma verdadeira jornada filosófica. “Trata-se de uma ficção medieval, mas que fala sobre verdades muito concretas. Uma das minhas principais inspirações foi o ‘Mito da Caverna’, de Platão”, explica Marco Aurélio Pereira, autor do livro.
A ideia, segundo o escritor, é apresentar ao leitor uma narrativa diferente dos padrões. Na obra, não existem vilões e trilhamos cada página acompanhados pelo soldado-filósofo, que busca avançar rumo ao autoconhecimento, partindo da ignorância e à procura da iluminação, tanto a dele como a de seus pares.
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