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Ciedi completa um ano com média de 23 mil atendimentos

Centro de Inteligência Epidemiológica expandiu atuação e consolidou sistema de inteligência

19/05/2026 | 08:02
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FOTO: Denis Maciel/DGABC
FOTO: Denis Maciel/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


Inaugurado em 19 de maio de 2025, em parceria entre a Prefeitura de São Caetano e a USCS (Universidade Municipal de São Caetano), o Ciedi (Centro de Inteligência Epidemiológica e Doenças Infecciosas) Helena Franco Munhoz completa um ano de funcionamento com uma média de 23 mil atendimentos realizados. O equipamento, localizado na Rua Pernambuco, altura do número 76, substituiu o antigo Cepadi (Centro de Prevenção e Assistência às Doenças Infecciosas) e recebeu investimento de R$ 6,2 milhões da universidade.

De acordo com dados da Prefeitura, o maior volume de atendimentos foi registrado na farmácia, com 7.283 registros. O centro também contabilizou 3.091 consultas com infectologistas, 2.172 atendimentos de aconselhamento, 2.034 coletas laboratoriais, 1.769 procedimentos odontológicos e 1.512 consultas de enfermagem.

A coordenadora médica do Ciedi, Sumire Sakabe, afirma que o primeiro ano foi marcado pela ampliação da atuação do antigo serviço especializado em HIV, ISTs (Infecções Sexualmente Transmissíveis) e hepatites para o atendimento de outras doenças infecciosas de alta complexidade.

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“Passamos por uma metamorfose, daquelas viscerais. O que era um Serviço de Atendimento Especializado em HIV, ISTs e hepatites, que era o Cepadi, aceitou o desafio de continuar a ser este serviço especializado e ampliar as atividades assistenciais, assumindo o cuidado a outras doenças infecciosas de alta complexidade, como tuberculose e micobacterioses”, destacou.

Segundo a coordenadora, o centro também consolidou a proposta de atuar na inteligência epidemiológica, utilizando dados clínicos e operacionais para orientar ações de prevenção, monitoramento e qualificação do atendimento.

“O nosso NIS (Núcleo de Inovação em Saúde) criou e gerencia painéis de informação em tempo real, a partir de dados da rotina assistencial do município, que permitem enxergar e coordenar de forma mais eficaz a ocupação dos leitos de internação ou a fila de espera para atendimento nas unidades, por exemplo”, disse.

Ainda de acordo com a gestora, o trabalho desenvolvido passou a atuar de forma integrada com diferentes serviços do município, incluindo atenção básica e maternidade. 

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