Belezas naturais Maio marca o início da melhor época para visitar o local, que reúne lagoas de água cristalina, dunas e até imersão cultural
FOTO: Divulgação

Todos os anos, milhares de viajantes chegam ao Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses sem saber a melhor época das lagoas ou qual cidade-base escolher para se hospedar. Isso, no entanto, pode resultar em uma experiência abaixo das expectativas. Afinal, se bem explorado, o local é um dos destinos mais extraordinários do Brasil.
Com o intuito de apoiar os turistas e garantir que a experiência supere todas as expectativas, a plataforma de ecoturismo PlanetaEXO acaba de lançar o seu guia de viagem para a região. Abaixo, destacamos dez recomendações práticas que fazem parte desse novo material e podem transformar o seu roteiro de viagem.
1. Escolha a sua cidade-base com atenção
Nos Lençóis Maranhenses, três cidades-base oferecem experiências distintas. Barreirinhas tem mais infraestrutura, enquanto Santo Amaro oferece maior proximidade com as lagoas. Já Atins pode ser o refúgio ideal para quem busca charme rústico e pé na areia.
2. Calcule bem o tempo de estadia
Para absorver a essência das diferentes regiões do parque e não apenas passar pelos pontos turísticos, recomenda-se uma estadia de sete a dez dias. O período, a princípio, permite mais imersão e autenticidade.
3. Viaje na melhor época (maio a setembro)
O auge das lagoas ocorre após a estação de chuvas. Entre junho e agosto, o cenário atinge seu ápice de beleza, com as dunas cercadas por águas cristalinas em seu nível máximo.
4. Explore o charme da época seca
De novembro a janeiro, as lagoas baixam, mas o destino ganha novas cores. É o momento ideal para curtir a Lagoa da Esperança (perene), o Rio Formiga e a Praia de Atins. Para quem aprecia lugares mais vazios, o fluxo de turistas é bem menor, neste período!
5. Planeje o transfer com antecedência
Embora voos fretados ainda sejam operados, o transporte aéreo comercial para o Aeroporto de Barreirinhas está suspenso. Nesse sentido, a rota terrestre a partir de São Luís é a principal forma de chegar ao local.
O trajeto dura de 4 a 5 horas e conta com diversas opções, desde ônibus rodoviários e transfers compartilhados até traslados privativos. Nesses casos, é essencial reservar com antecedência a fim de garantir a disponibilidade e evitar contratempos.
6. Valorize o conhecimento dos guias locais
Não existem trilhas sinalizadas no parque. Nesse sentido, a contratação de guias locais é uma medida de segurança indispensável. Trata-se, portanto, da melhor forma de acessar locais exclusivos que não estão nos mapas.
7. Vá além do óbvio: faça a Travessia dos Lençóis
Para quem deseja imersão e busca fugir dos roteiros convencionais de bate e volta em veículos 4x4, a travessia a pé pelos Lençóis Maranhenses é a experiência mais recomendada.
Trata-se de uma jornada de vários dias, caminhando pelas dunas e pernoitando em oásis dentro do parque, como as comunidades de Queimada dos Britos e Baixa Grande. Isso, em síntese, proporciona profunda conexão com a grandiosidade do Parque Nacional.
8. Respeite o esforço físico
Caminhar na areia sob o sol exige preparo, especialmente em trekkings longos. Use roupas leves com proteção UV, mantenha a hidratação em dia e conheça seus limites físicos ao escolher os roteiros.
9. Pratique o turismo consciente e sustentável
O ecossistema é frágil. Colete seu lixo, evite plásticos descartáveis e certifique-se de que os passeios contratados respeitam as regras do parque, como, por exemplo, a proibição de veículos motorizados em áreas protegidas.
10. Mergulhe na cultura e culinária local
Interaja com comunidades ribeirinhas ao longo do Rio Preguiça. Nos povoados de Tapuio e Marcelino, é possível conhecer o processo das Casas de Farinha e o artesanato em palha de buriti. Somada ao famoso camarão grelhado do Canto de Atins, essa imersão cultural ajuda a fortalecer a economia local.
Conteúdo útil e exclusivo
Para aprofundar o planejamento e garantir que nenhum detalhe fique de fora, o PlanetaEXO disponibiliza gratuitamente o e-book "Lençóis Maranhenses — Guia de Viagem". Com conteúdo exclusivo, o material é o recurso mais completo para quem deseja explorar o parque nacional com autonomia e responsabilidade.
O guia cobre tópicos cruciais, como, curiosidades e história, sazonalidade (calendários detalhados de chuvas e níveis das lagoas), logística, roteiros e sustentabilidade.
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