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Copa: viagem ao Canadá une esporte e natureza, mas é preciso planejar

Levantamento da Nomad detalha gastos de viagem, perfil de consumo do brasileiro e opções de passeios em Toronto e Vancouver para torcedores

Vagner Aquino
11/05/2026 | 13:54
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FOTO: Divulgação Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


Com a expectativa de que mais de 70 mil torcedores saiam do Brasil para acompanhar a Copa do Mundo FIFA 2026, o Canadá desponta como um dos destinos mais buscados. O torneio, cabe pontuar, também será realizado nos Estados Unidos e México, em paralelo. E para ajudar no planejamento de quem vai assistir aos jogos nas sedes canadenses (Toronto e Vancouver), a Nomad realizou um levantamento inédito a fim de - com base no comportamento de consumo de seus 3,8 milhões de clientes - detalhar os custos de viagem e traçar roteiros que unem o esporte e natureza.


A pesquisa da Nomad reforça que o Canadá exige um planejamento logístico e financeiro atento. Os dados revelam que o país, com sua infraestrutura impecável, atrai o chamado "turista multimodal". Trata-se, a princípio, de um perfil de viajante que abandona os carros de aplicativo e aproveita a excelência do transporte público local.


Quanto custa a viagem para o Canadá?

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O estudo estimou os gastos médios de uma viagem de sete dias para as principais cidades canadenses, contemplando passagens aéreas saindo do Brasil, hospedagem, alimentação e passeios. Em Toronto, que é a principal porta de entrada no país, uma viagem com perfil econômico, focada em hospedagens estratégicas e mercados locais, custa, em média, R$ 11.900 por pessoa. Para um roteiro confortável (hotéis 4 estrelas e bons restaurantes), o investimento fica em torno de R$ 19 mil. Já as viagens de luxo ultrapassam a marca dos R$ 40.300.


Em contrapartida, Vancouver, cidade conhecida por mesclar vida urbana e natureza selvagem, em uma viagem econômica, ideal para aproveitar áreas verdes, o valor fica em, aproximadamente, R$ 15.500. A opção confortável gira em torno de R$ 34.900.


O que fazer entre os jogos?


O levantamento também mapeou as preferências de lazer do brasileiro no país norte-americano. Em Toronto, o chamado "turismo vertical" é o grande destaque. A CN Tower figura no topo dos gastos com ingressos e alimentação. A cidade também atrai por passeios obrigatórios a poucos quilômetros de distância, como as Cataratas do Niágara.


Em Vancouver, o foco se volta para o ecoturismo. Atrações como a Ponte Suspensa de Capilano (Capilano Suspension Bridge) e a subida na famosa Grouse Mountain são paradas praticamente obrigatórias para quem quer aproveitar o cenário - que combina Oceano Pacífico e montanhas. No Canadá, há estabelecimentos que servem comida brasileira. Entre os mais famosos, o Brazilliant Café, em Toronto.


Economia inteligente


A jornada pelo Canadá traz, contudo, um desafio cambial específico. Há necessidade de obter o Dólar Canadense. Portanto, para evitar confusões de conversão e taxas elevadas, a Nomad destaca os benefícios do planejamento financeiro antecipado. O país oferece "infraestrutura turística, mas exige atenção redobrada ao câmbio. Com a utilização de uma conta global, o torcedor brasileiro converte seu saldo de forma automática e transparente para o dólar canadense no momento da compra e garante total previsibilidade para curtir as cidades, sem surpresas no orçamento ao voltar para casa", comenta Bruno Guarnieri, CRO da Nomad.


Além do cartão de débito internacional, os usuários podem usar a plataforma Nomad Trips direto no aplicativo para centralizar reservas de hospedagem, aluguel de carros e compra de passagens. A ideia é, por fim, garantir a gestão unificada de toda a viagem.


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