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Fábrica de velas de Mauá não tinha Auto de Vistoria, diz Corpo de Bombeiros

Incêndio iniciou na madrugada e empenhou 12 viaturas e 37 agentes; não registrou vítimas

11/05/2026 | 12:23
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Divulgação/Defesa Civil de Mauá
Divulgação/Defesa Civil de Mauá Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


Matéria atualizada às 18h30

O Corpo de Bombeiros informou que a fábrica de velas de Mauá, que foi atingida por um incêndio nesta madrugada (11), não tinha o AVCB (Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros). Este documento certifica que uma edificação cumpre todas as normas de segurança contra incêndio e pânico, garantido a segurança. 

O estabelecimento fica na Rua Aulivieri Bozzato, 1427, no Loteamento Industrial Coral, no bairro Sertãozinho. De acordo com as informações, as equipes foram acionadas por volta das 1h15 para combater o incêndio de grandes proporções. Foram 12 viaturas e 37 agentes mobilizados para a ocorrência.

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Por ser durante a madrugada, a indústria não estava em funcionamento e o caso não registrou vítimas. Durante o momento do fogo, foi possível ver uma enorme fumaça preta tomando conta do ar. Em imagens aéreas, também foi capaz de observar a destruição completa do galpão que foi atingido e a rua tomada pela cera dos itens.

"Devido à alta carga de incêndio inerente ao material da fábrica, o Comando da Operação estabeleceu três frentes simultâneas de trabalho:  duas linhas de ataque direto às chamas na edificação principal e uma terceira frente dedicada exclusivamente ao resfriamento da empresa vizinha", comunicou. Estimativas indicam uma área de 1.000 metros quadrados danificada e 60 mil litros de água utilizados.

Neste momento, a corporação está em momento de rescaldo para eliminação de possíveis pontos de reignição, contando com apoio da Defesa Civil.

A fábrica foi identificada como Velas Eco Luz. Em nota, a indústria afirmou que as causas do incêndio ainda estão sendo investigadas pelas autoridade. "Por respeito ao processo de perícia e às investigações em andamento, a empresa não divulgará hipóteses até a conclusão oficial das análises técnicas", disse. 

Devido aos problemas, a fábrica entrará em recesso temporário. Sobre o AVCB não estar vigente, a Velas Eco Luz comunicou que o protocolo de processo estava em andamento, realizando melhorias solicitadas pelo próprio Corpo de Bombeiros. "Esse protocolo possui validade de 1 ano justamente para que as melhorias pudessem ser executadas dentro do prazo, com vencimento previsto para agosto de 2026", disse. Após esse protocolo, a empresa poderia adquirir o auto de vistoria, conforme explicou

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