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Companhia quer integração de ativos


Do Diário do Grande ABC

24/07/2005 | 08:17


Ao mesmo tempo em que realiza estudos para uma nova expansão da Petroquímica União, a Unipar tem um projeto mais ambicioso: a consolidação de todo o Pólo Petroquímico de Capuava em uma grande empresa, com a integração de todos os ativos, atualmente divididos entre diversas companhias.

"O primeiro passo é valorizar o conjunto com os projetos de expansões. Mas além do crescimento (das capacidades produtivas), queremos valorizar as eficiências por meio da consolidação de ativos, ou seja, a fusão das empresas", diz o presidente da Unipar, Roberto Garcia.

No entanto, ele reconhece que o plano é de longo prazo, e depende de novos acordos societários. "Envolve ampla discussão com as empresas e com a Petrobras, que tem dado sinalização de que quer melhorar a participação no Pólo", afirma.

O executivo ressalta que, antes de caminhar nessa direção, era importante fortalecer o próprio negócio. Atualmente, embora esteja situado estrategicamente próximo dos principais mercados consumidores e de diversas refinarias da Petrobras, a Petroquímica União ainda é a menor das três centrais petroquímicas do país. As outras duas são a Braskem, em Camaçari (BA) e a Copesul, em Triunfo (RS).

Garcia lembra ainda que a Petrobras já é a segunda maior acionista da Petroquímica União, e que a consolidação de ativos seria, na sua avaliação, um projeto que se enquadra em uma lógica empresarial de valorização dos negócios da própria companhia do governo.

Em andamento – Nos projetos de expansão em andamento, tanto a PQU quanto a Polietilenos União estão na fase de engenharia básica. Essa última companhia também já iniciou cotações para compra de equipamentos, que deverão custar pelo menos 10% do valor total de US$ 140 milhões programados para ampliar a capacidade fabril da empresa.

Segundo o gerente de projetos da Polietilenos, Walter Fortes, a aquisição dos equipamentos deverá levar em torno de 24 meses, entre a compra e a instalação. Ele acrescenta que, embora o cronograma esteja sendo seguido, a expansão da empresa depende do andamento dos projetos de ampliação da Petroquímica União e da interligação com a Revap (Refinaria do Vale do Paraíba) para a PQU trazer gás da Petrobras.



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