Lançamento Utilitário esportivo inédito chega às lojas nesta semana para encarar Volkswagen Tera; modelo tem motor 1.0 turbo e preços próximos ao rival VW Tera
FOTO: Divulgação

O inédito Chevrolet Sonic chega nesta semana às lojas da marca no Brasil. Mas, antes de contar o que sabemos sobre o SUV pequeno produzido em Gravataí (RS), cabe contextualizar a história. Para quem não se lembra, o nome foi utilizado em 2012, quando a ideia da GM (General Motors) era oferecer uma família (hatch e sedã) de compactos posicionada acima de Agile e Onix/Prisma. A princípio, o modelo vinha da Coreia do Sul e, tempos depois, passou a ser importado do México. Apesar de oferecer soluções tecnológicas e visual diferenciado, não caiu nas graças do público.
Agora, mais de uma década depois, o nome volta com força. A ideia é, a princípio, encarar o VW Tera - que fechou o mês de março como o SUV mais vendido do País, com 7.977 unidades, de acordo com números da Fenabrave.
Agora, derivado do hatch Onix, o modelo fica posicionado acima do Chevrolet Onix Activ (que permanece em linha) e terá como destaque o motor 1.0 turbo com três cilindros. Dados de potência ainda não foram mencionados pela fabricante, no entanto, acredita-se que os números não saiam da rota da linha Onix. Ou seja, deve extrair os cerca de 115 cv do irmão menor. Não se descarta o uso do propulsor 1.2 turbo do Tracker (141 cv) no portfólio, bem como o sistema híbrido leve de 48V.
O que é um motor híbrido leve?
Caracterizado pela sigla MHEV (Mild-Hybrid Electric Vehicle ou veículo elétrico micro-híbrido, em português), o sistema híbrido leve, ao contrário do híbrido convencional, une um motor elétrico com zero emissão de poluentes e um motor a combustão. Trata-se, basicamente, de uma solução menos complexa, mas que busca economia de combustível (em torno de 10%) e diminuição de emissões de CO2. Em síntese, trabalha com um gerador elétrico, que também serve como alternador e fica no lugar do motor de arranque. Quem traciona as rodas é apenas o motor a combustão.
A unidade elétrica pode recarregar uma bateria auxiliar de 12 volts ou 48 volts (dependendo do modelo) e apenas ajuda no aumento de potência e torque. Mas, isso ocorre apenas momentaneamente - em situações de ultrapassagens e retomadas de velocidade, por exemplo.
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Design
Voltando ao Sonic, sua aparência deve chamar atenção. Principalmente por conta da solução à lá Fiat Toro, com faróis principais abaixo de luzes DRL. A iluminação é toda feita por LEDs, inclusive a gravata da GM, posicionada na grade superior.
Nas laterais, a região das portas tem familiaridade total com o Onix. Já a traseira aposta na queda acentuada do teto, trazendo um ar cupê. Atrás, lanternas que atravessam a tampa do porta-malas, com efeito tridimensional. As rodas maiores dão um ar mais esportivo, como no rival Tera. Em medidas, são 4,23 metros de comprimento, 1,77 m de largura e 1,53 m de altura.
Cabine
Por dentro, o Sonic se destaca pelo Virtual Cockpit System, da Chevrolet, que une o quadro de instrumentos digital e central multimídia de conectividade avançada. A marca aposta em materiais soft touch em áreas como painel, bancos e apoios de braço central e laterais. Tem, ademais, volante multifuncional, insertos em black piano e sistemas de assistência a condução, como controle de cruzeiro adaptativo e frenagem automática, por exemplo. Versões e preços ainda seguem sob sigilo, porém, aposta-se em algo a partir de R$ 150 mil.
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