Entenda Marshall Chess, ex-presidente da Rolling Stone Records, que diz ter reanimado o astro
FOTO: Divulgação

Uma nova biografia dos Rolling Stones afirma que Mick Jagger sofreu uma overdose quase fatal em 1976. Segundo a People, o novo livro traz depoimentos de Marshall Chess, ex-presidente da Rolling Stone Records, que diz ter reanimado o astro após os dois ingerirem um grama de heroína.
The Rolling Stones: The Biography, escrita por Bob Spitz, autor de biografias de Bob Dylan, dos Beatles e do Led Zeppelin, lembra o momento em que tudo ocorreu, após uma turnê da banda pela Europa. Segundo Chess, Jagger teria ligado para ele e dito estar entediado. O vocalista, então, foi até a casa do empresário.
Chess afirma que o músico aparentava estar ansioso e embriagado, possivelmente sob o efeito de cocaína. Após conseguir heroína com um traficante, o empresário afirma que ele e o artista compartilharam um grama da droga. Cerca de dez minutos depois, Jagger desmaiou.
Azul
Foi então que Chess tentou reanimar o astro. "Os lábios dele estavam ficando azuis. Não sabia o que fazer. Fiquei apavorado", disse. O empresário então ligou para a emergência e teria realizado respiração boca a boca no artista enquanto aguardavam a chegada do socorro. Após ser levado para o Hospital Lenox Hill, Jagger teria ficado em um quarto privativo, para evitar sua exposição.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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