Protagonismo Ex-governador do Ceará diz que o ex-chefe do Executivo de Santo André é alternativa à polarização no Estado de São Paulo
FOTO: Nario Barbosa/DGABC

O ex-governador do Ceará Ciro Gomes (PSDB), cotado para disputar a Presidência da República, destacou o protagonismo do correligionário e ex-prefeito de Santo André Paulo Serra, como opção para enfrentar a polarização no Estado de São Paulo em uma eventual candidatura ao governo paulista. O andreense é cotado para disputar o Palácio dos Bandeirantes e ser opção ao eleitorado na disputa majoritária e uma alternativa eleitoral ante os projetos encabeçados por Tarcísio de Freitas (Republicanos), que busca a reeleição, e o ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad (PT).
“Está pronto para qualquer tarefa. O Paulo (Serra) é uma tentativa de rebeldia que todo mundo passará a pensar”, pontuou Ciro na manhã deste sábado (25) em agenda na Capital, que reuniu, no clube Juventus, na Mooca, pré-candidatos à Alesp (Assembleia Legislativa de São Paulo) e à Câmara Federal para alinhamento de trabalho.
Outro que vislumbra o crescimento do PSDB com o ex-prefeito de Santo André no governo do Estado é o ex-senador José Aníbal. “(O Paulo Serra) é uma jovem liderança, tem experiência política e é uma pessoa muito bem posicionada no Estado”, declarou.
Paulo Serra, presidente estadual do PSDB e vice-presidente nacional do partido, que organizou o encontro com filiados, afirmou que, apesar de receber o endosso de importantes lideranças tucanas para a empreitada majoritária no Estado, ainda não definiu o próprio futuro. “Aprendi uma coisa: em time que ganha não se mexe, e foi assim com o Gilvan (prefeito de Santo André — Cidadania); então, vou anunciar o meu caminho até o fim de maio”.
Ciro Gomes, que também foi ministro, afirmou que, “se tivesse juízo”, não voltaria a disputar a Presidência da República, poré, não descartou a possibilidade. O tucano, que presidente o partido no Ceará, rememorou o passado e disse que a derrota em 2022, quando ficou atrás de Jair Messais Bolsonaro (PL) e de Luís Inácio Lula da Silva (PT), "foi uma humilhação profunda", não por ter perdido nas urnas, mas por ter sido mal votado no próprio Ceará. Para o ex-governador, o momento e de reflexão e diálogo com o grupo político. Uma decisão srá tomada até a segunda quinzena de maio.
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