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Preços do diesel recuam na primeira quinzena de abril, aponta Veloe/Fipe

O preço do diesel acumulou alta de 22,1%, avanço bem superior ao observado na gasolina comum

19/04/2026 | 00:02
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FOTO: Marcelo Camargo/Agência Brasil Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


O diesel começa a dar sinais de trégua após uma escalada forte no fim de fevereiro e ao longo de março, segundo o Monitor de Preços de Combustíveis da Veloe, elaborado com apoio técnico da Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas).

Entre a última semana de fevereiro e a segunda semana de abril, o preço do diesel acumulou alta de 22,1%, avanço bem superior ao observado na gasolina comum (+7,5%) e no etanol (+1,9%) no mesmo intervalo, período marcado pelo acirramento e, mais recentemente, por impasses na resolução do conflito no Oriente Médio.

Apesar do aumento acumulado, as últimas duas semanas indicam acomodação, em linha com os anúncios de cessar-fogo e as negociações em curso entre os países envolvidos. O diesel atingiu o maior valor na última semana de março (R$ 7,62 por litro) e recuou de forma discreta, para R$ 7,55. O movimento de estabilização também aparece nos demais combustíveis: o etanol hidratado marcou pico de R$ 4,80 por litro na última semana de março, e a gasolina comum chegou a R$ 6,87 na média da primeira semana de abril.

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Mesmo com a trégua, persiste forte discrepância nos preços do Diesel S-10: na segunda semana de abril, a diferença entre o maior e o menor valor por Estado foi de R$ 1,45 por litro, ou 20%. O Acre liderou com R$ 8,68, seguido por Bahia (R$ 8,15) e Roraima (R$ 7,87). Piauí, Mato Grosso e Pará vieram na sequência, todos acima de R$ 7,70. Na outra ponta, os menores preços foram observados no Espírito Santo (R$ 7,23), Rio Grande do Sul (R$ 7,24), Ceará (R$ 7,25), Distrito Federal (R$ 7,25) e Pernambuco (R$ 7,26).

*Este conteúdo foi traduzido com o auxílio de ferramentas de Inteligência Artificial e revisado pela equipe editorial do Estadão. Saiba mais em nossa Política de IA.

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