Criador de conteúdo O influenciador afirmou que apagou o conteúdo logo em seguida
FOTO: Reprodução/Instagram

O que era para ser apenas um simples vídeo em Fernando de Noronha (PE) acabou virando uma grande disputa judicial para o influenciador Carlinhos Maia. Nesta segunda-feira (13), ele relatou em suas redes sociais que foi alvo de um processo movido pelo ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade), organização brasileira vinculada ao Ministério do Meio Ambiente e integrada ao Sistema Nacional do Meio Ambiente, em cobrança que chega a R$ 1 milhão.
De acordo com o criador de conteúdo, a autuação está relacionada a um episódio ocorrido durante um passeio de barco, quando integrantes de sua equipe alimentaram uma gaivota com pedaços de camarão. Ele ainda afirma que apenas registrou a cena com um vídeo no celular e apagou o conteúdo logo em seguida, após ser avisado de que a prática era proibida.
Carlinhos Maia destacou que a pessoa responsável por alimentar o animal recebeu uma multa no valor de R$ 5.000, valor padrão para esse tipo de infração, enquanto ele acabou sendo enquadrado sob a justificativa de exploração comercial da imagem do animal, o que resultou na cobrança milionária. "Eu não alimentei, ok? Aceito a multa, não tem problema, mas a multa justa, como foi feita para as pessoas que alimentaram a gaivota. Estão me pedindo 1 milhão de reais porque eu fiz um Stories desse momento", disse o influenciador em seu Instagram.
Fernando de Noronha possui regras rígidas de preservação ambiental, incluindo a obrigatoriedade da TPA (Taxa de Preservação Ambiental), o ingresso no Parque Nacional Marinho, e proibição de plásticos descartáveis. A proteção da fauna/flora é rigorosa: é proibido alimentar animais, coletar conchas e corais ou interagir com a vida marinha.
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