De olho no futuro Presidente da SAF admite frustração no Estadual e avalia participação na Copa Paulista, em junho
FOTO: Eude Aerton/EC São Bernardo

A eliminação nas quartas de final do Campeonato Paulista da Série A-3 ainda repercute internamente no EC São Bernardo. Apesar da campanha superior à do ano anterior, o presidente da SAF (Sociedade Anônima de Futebol), Anderson Franciscon, classificou o desempenho como “bom, mas não o suficiente” diante do principal objetivo traçado: o acesso.
O Cachorrão avançou ao mata-mata com a sétima melhor campanha, somando 23 pontos, com seis vitórias, cinco empates e quatro derrotas. No confronto eliminatório, diante do Marília, o time venceu a ida por 2 a 0, no estádio Bruno Daniel, mas sofreu o mesmo placar na volta e acabou eliminado nos pênaltis, por 4 a 1.
Para o dirigente, o contexto do duelo torna a queda ainda mais difícil de ser assimilada. “Essa eliminação foi vista como precoce, ainda mais quando conseguimos abrir 2 a 0 no primeiro jogo das quartas. Nossa meta era chegar à A-2”, afirmou.
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A saída do técnico Renato Peixe após a eliminação também foi confirmada. De acordo com Franciscon, o treinador deve seguir carreira nas divisões nacionais. “Ele é um treinador que tem mercado. Acreditamos que esse seja o caminho para ele neste momento”, disse.
De olho na sequência da temporada, com a classificação ao mata-mata da A-3, o clube já tem garantida a vaga na Copa Paulista, e Franciscon garante que o torneio faz parte dos planos do Cachorrão, mas não é prioridade. “Nas vezes em que participamos, (o campeonato) foi utilizado de maneira que pudéssemos oportunizar atletas que estivessem em transição para o profissional e para sentirmos se esse atleta teria condição de sustentar um Paulista no ano seguinte. E isso deve ser repetido em 2026”, explicou.
Fora de campo, a diretoria projeta avanços estruturais. A entrega da sede própria da SAF, prevista para o fim deste mês, vai garantir a obtenção do Certificado de Clube Formador da CBF (Confederação Brasileira de Futebol). Na sequência, a prioridade será viabilizar o retorno ao Baetão, que atualmente não conta com estrutura necessária para receber partidas oficiais. “Queremos muito jogar na nossa casa o mais rápido possível”, completou Franciscon.
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