Internacional Titulo Guerra segue

Chefe da inteligência da Guarda Revolucionária do Irã é morto em ataque de Israel

Uma proposta preliminar de cessar-fogo de 45 dias foi entregue por mediadores do Egito, Paquistão e Turquia

06/04/2026 | 08:39
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FOTO: DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


No 38º dia da guerra entre Irã, Israel e Estados Unidos, marcada pela intensificação de ataques e ameaças na região, o major-general Majid Khademi, chefe da inteligência da Guarda Revolucionária, foi morto em ação direcionada em meio a bombardeios em Teerã, enquanto uma proposta preliminar de cessar-fogo de 45 dias foi entregue por mediadores do Egito, Paquistão e Turquia.

O chefe da inteligência da Guarda Revolucionária do Irã foi morto nesta segunda-feira, 6, em um ataque direcionado a ele, informou a mídia estatal iraniana.

O major-general Majid Khademi morreu no ataque, que a Guarda Revolucionária atribuiu aos Estados Unidos e a Israel.

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O comunicado não especificou onde Khademi foi morto. No entanto, vários ataques aéreos atingiram áreas residenciais ao redor da capital iraniana, Teerã, na madrugada de segunda-feira, 6.

Khademi assumiu o lugar do general Mohammad Kazemi, que foi morto por Israel na guerra de 12 dias em junho.

Israel reivindicou a morte em anúncio do Ministro da Defesa, Israel Katz. Posteriormente, as forças armadas israelenses confirmaram que o ataque aéreo que matou o major-general Majid Khademi ocorreu em Teerã.

"A Guarda Revolucionária está atirando em civis e nós estamos eliminando os líderes terroristas", disse Katz. "Os líderes do Irã vivem com a sensação de serem alvos. Continuaremos a caçá-los um por um."

Katz acrescentou que Israel também havia "prejudicado gravemente" as indústrias siderúrgica e petroquímica do Irã.

"Continuaremos a destruir a infraestrutura nacional iraniana e a levar à erosão e ao colapso do regime terrorista, bem como à sua capacidade de promover o terror e atacar o Estado de Israel", afirmou. (Com agências internacionais).




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