
O Ministério da Agricultura da China relatou surtos de febre aftosa em dois rebanhos bovinos localizados na província de Gansu e na Região Autônoma de Xinjiang, no noroeste do país. O governo confirmou o diagnóstico do sorotipo SAT1 em 219 animais do total de 6.229 bovinos que compunham os dois rebanhos afetados.
Em resposta aos casos, os governos locais de Xinjiang e Gansu implementaram medidas imediatas de abate sanitário (culling) e desinfecção nas áreas atingidas.
A detecção ocorre em um momento de endurecimento das normas de biossegurança no país. Conforme a revisão mais recente do "Catálogo de Micro-organismos Patogênicos Animais", publicada pelo Ministério da Agricultura chinês no fim de março, o vírus da febre aftosa é classificado como um patógeno de "Primeira Categoria", o nível mais alto de periculosidade e risco econômico.
Por essa razão, qualquer atividade de isolamento ou cultivo do vírus exige a ação de laboratórios de alta segurança para conter o avanço da doença.
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