Atendimento Gilvan Ferreira se reuniu com representantes da FMABC para tratar de equipamento dedicado a crianças
FOTO: Claudinei Plaza/DGABC/Banco de Dados

O prefeito de Santo André, Gilvan Ferreira (Cidadania), reuniu-se ontem com o reitor do Centro Universitário FMABC (Faculdade de Medicina do ABC), Fernando Luiz Affonso Fonseca, além de representantes da instituição, da FUABC (Fundação do ABC) e do Rotary, para discutir a implementação de um serviço inédito de saúde infantil no município. A iniciativa contará com um equipamento dedicado exclusivamente a bebês e crianças. O lançamento do atendimento especializado integra a programação do aniversário de 473 anos da cidade.
De acordo com Gilvan, Santo André se tornará referência no atendimento ao público infantil. “Reunião superimportante com todo o pessoal do Centro Universitário da Faculdade de Medicina do ABC, também da Fundação e do Rotary. Quem lembra da Faisa (Fundação de Assistência à Infância de Santo André)? O andreense raiz lembra que passou na Faisa, e estamos criando um superatendimento de especialidades e de pronto-atendimento para as crianças de Santo André, com toda essa turma boa aqui. Em breve, vamos lançar um grande projeto. Pode contar que Santo André será referência no Brasil em atendimento infantil”, afirmou o prefeito.
Criada em 1967, a Fundação de Assistência à Infância de Santo André foi, durante muitos anos, referência na saúde infantil. A rede de atendimento chegou a contar com 11 ambulatórios descentralizados, com capacidade para 6 mil consultas ao mês, além de dois serviços de urgência e emergência.
Em 2005, a principal unidade da Faisa deu lugar a um Pronto Atendimento voltado a todos os públicos, que posteriormente se tornou a UPA (Unidade de Pronto Atendimento) Central. Em 2020, a Prefeitura resgatou o serviço exclusivo com a abertura da UPA Infantil Faisa. A unidade presta assistência 24 horas para pacientes de 0 a 14 anos, com serviços de clínica médica, internação, sutura, curativos, eletrocardiograma e dispensação de medicamentos.
À época, o equipamento foi habilitado como UPA porte III e recebeu investimento de R$ 2,8 milhões para se enquadrar ao programa Qualisaúde, lançado em 2017 para padronizar e informatizar o atendimento.
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