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Ouro fecha em queda e recua na semana pressionado por dúvidas

Na Comex, divisão de metais da bolsa de Nova York, o índice para abril encerrou em queda de 1,25%, a US$ 5.061,70 por onça-troy

13/03/2026 | 14:41
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FOTO: Pexels Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


O ouro fechou em queda pela terceira sessão consecutiva nesta sexta-feira, 13, à medida que as incertezas em relação à duração e às possíveis consequências do conflito do Oriente Médio na economia seguem pesando nas negociações. O metal precioso também foi pressionado por expectativas de cortes de juros mais brandos pelo Federal Reserve, após a leitura divergentes de indicadores econômicos.

Na Comex, divisão de metais da bolsa de Nova York, o ouro para abril encerrou em queda de 1,25%, a US$ 5.061,70 por onça-troy. Já a prata para maio teve queda de 4,43%, a US$ 81,343 por onça-troy. Na semana, as perdas foram de 1,92% e 3,5%, respectivamente.

Nesta sexta, o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que a guerra contra o Irã irá terminar quando ele disser que deve ser encerrada e reiterou que Washington está "dizimando" o país persa. O secretário de Guerra e chefe do Pentágono, Pete Hegseth, disse ainda que será o dia de maior bombardeio americano contra Teerã.

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O avanço do conflito tem alimentado as expectativas de inflação global, assim como o impasse tarifário, na avaliação do Swissquote Bank. Com a possibilidade de alta na inflação, investidores tem recalibrado as apostas sobre a trajetória dos juros pelo Fed para abordagens mais cautelosas, o que tem pressionado o ouro. De acordo com a ferramenta de monitoramento do CME Group, as chances mais prováveis para a retomada do ciclo de flexibilização monetária se dividem entre setembro e outubro, após a revisão do Produto Interno Bruto (PIB) e inflação PCE dos EUA.

Para o ANZ Research, o cenário tem favorecido o dólar, se tornando assim mais um fator de pressão para o metal precioso. "O dólar se fortaleceu devido ao seu status de porto seguro, principalmente porque a alta dos preços do petróleo beneficia os EUA, que são um exportador líquido de energia", explica.




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