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Polícia apura denúncia de estupro coletivo envolvendo 5 adolescentes em banheiro de escola

O caso teria acontecido no dia 27 de fevereiro e foi registrado pela Polícia Civil como ato infracional por estupro de vulnerável na terça-feira

11/03/2026 | 08:05
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FOTO: André Henriques/DGABC/Banco de Dados
FOTO: André Henriques/DGABC/Banco de Dados Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


Um garoto de 12 anos teria sido estuprado por colegas adolescentes dentro do banheiro de uma escola na zona norte de São Paulo, de acordo com uma denúncia realizada pela mãe dele. Segundo a denúncia, o ato teria sido cometido por quatro alunos, do 7º ano (de 12 e 13 anos) e do 9º ano (de 14 e 15 anos).

O caso teria acontecido no dia 27 de fevereiro e foi registrado pela Polícia Civil como ato infracional por estupro de vulnerável na terça-feira, passada, dia 3 de março. A mãe afirma que percebeu um comportamento fora do normal na criança e procurou a escola no dia 2 de março.

Em nota, a SSP-SP (Secretaria de Segurança Pública de SP) informou que o caso foi registrado no 46º DP (Perus) e encaminhado para o 74º DP, área onde os fatos ocorreram. A vítima será ouvida no distrito policial juntamente com a responsável para maiores esclarecimentos. Por conta da idade dos envolvidos e a natureza do crime, os "detalhes estão sendo preservados", diz a SSP.

DGABC

Também em nota, a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (Seduc-SP) lamentou o ocorrido e disse que "repudia toda e qualquer forma de violência e abuso, dentro ou fora das escolas".

A pasta informou que a Unidade Regional de Ensino Norte 1 abrirá uma apuração sobre a conduta da gestão em relação aos fatos. Também afirmou que, logo que recebeu a denúncia, a equipe gestora acionou o Conselho Tutelar e os responsáveis pelos estudantes e que um boletim de ocorrência também foi registrado.

A secretaria apontou ainda que equipes do Programa de Melhoria da Convivência e Proteção Escolar (Conviva-SP), incluindo um psicólogo, estiveram na unidade escolar para acompanhar a situação e orientar a equipe escolar, e que a Unidade Regional de Ensino e a escola estão à disposição das autoridades para prestar todos os esclarecimentos necessários.




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