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Desemprego até janeiro fica em 5,4% e renda média do trabalhador atinge recorde

Em igual período de 2025, a taxa medida pela Pnad Contínua estava em 6,5%

05/03/2026 | 09:27
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FOTO: Marcelo Camargo/Agência Brasil Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


O desemprego no Brasil ficou em 5,4% no trimestre encerrado em janeiro, de acordo com os dados mensais da Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua) divulgados nesta quinta-feira, 5, pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Em igual período de 2025, a taxa de desemprego medida pela Pnad Contínua estava em 6,5%. No trimestre móvel até dezembro, a taxa de desocupação estava em 5,1%.

A renda média real do trabalhador foi de R$ 3.652,00 no trimestre encerrado em janeiro. O resultado é o mais alto da série histórica, com aumento de 2,8% no trimestre e de 5,4% no ano.

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A massa de renda real habitual paga aos ocupados somou R$ 370,3 bilhões no trimestre encerrado em janeiro, alta de 7,3% ante igual período do ano passado.

A massa de salários em circulação na economia aumentou em R$ 25,108 bilhões no período de um ano, para R$ 370,3 bilhões, uma alta de 7,3% no trimestre encerrado em janeiro ante o trimestre terminado em janeiro de 2025.

Na comparação com o trimestre terminado em outubro, a massa de renda real subiu 2,9%, com R$ 10,527 bilhões a mais.

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