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Acusado de feminicídio em shopping de São Bernardo recebe alta da UTI

Cassio Henrique da Silva Zampieri, 25, foi transferido para a enfermaria do Hospital Estadual Mário Covas e permanece sob custódia policial

02/03/2026 | 13:18
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FOTO: Reprodução Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


Cassio Henrique da Silva Zampieri, 25 anos, acusado de matar a ex-namorada Cibelle Monteiro Alves, 22, recebeu alta da UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do Hospital Estadual Mário Covas, em Santo André, e foi transferido nesta segunda-feira (2) para a enfermaria da unidade.

Segundo apuração do Diário, o paciente permanece sob custódia da Polícia Militar, com um soldado posicionado na porta do quarto. A previsão médica é de que ele receba alta hospitalar em até dois dias, caso mantenha a evolução clínica.

Zampieri havia acordado do coma e apresentado melhora no quadro de saúde após ser baleado por policiais ao reagir à prisão. Ele foi extubado e está consciente.

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ATAQUE

O homem esfaqueou Cibelle na noite de 25 de fevereiro, dentro da loja Vivara, no Golden Square Shopping, em São Bernardo, onde a jovem trabalhava como vendedora. Após o crime, ele permaneceu no local e se recusou a se entregar, sendo atingido por disparos efetuados pelos agentes.

De acordo com o boletim de ocorrência registrado no Deic (Departamento Estadual de Investigações Criminais) de São Bernardo, a polícia foi acionada inicialmente pelo alarme de “botão do pânico”, diante da suspeita de assalto com reféns. Ao chegarem, os policiais encontraram a vítima já sem vida.

Além da faca utilizada no ataque, o acusado portava uma arma de airsoft, réplica de arma de fogo projetada para uso não letal em simulações.

O relacionamento entre os dois durou cerca de seis anos, com idas e vindas. Em abril de 2025, Cibelle decidiu encerrar definitivamente a relação. Conforme relatos registrados na ocorrência, a decisão não foi aceita por Zampieri, que teria feito ameaças caso não houvesse reconciliação.

A vítima possuía medida protetiva desde maio, a qual, segundo consta no registro policial, vinha sendo descumprida. 




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