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Venezuela diz que mais de mil pessoas foram libertadas após lei de anistia

A anistia exclui indivíduos condenados por homicídio, tráfico de drogas, rebelião militar ou violações graves dos direitos humanos

25/02/2026 | 08:38
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FOTO: DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


Uma comissão especial da Assembleia Nacional da Venezuela anunciou nesta terça-feira, 24, que mais de 3.200 pessoas foram totalmente libertadas desde que a lei de anistia entrou em vigor há quatro dias. Esse grupo inclui tanto pessoas que estavam detidas quanto outras que estavam em prisão domiciliar ou sob medidas restritivas.

O deputado Jorge Arreaza, que preside a comissão responsável pela lei de anistia, afirmou em coletiva de imprensa que as autoridades já receberam 4.203 solicitações para o programa.

Ele afirmou que, após avaliar esses pedidos, 3.052 pessoas que estavam em prisão domiciliar ou sob outras medidas restritivas receberam liberdade plena. Além disso, outras 179 pessoas que estavam presas também foram libertadas.

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Nos dias que se seguiram à prisão do ditador Nicolás Maduro, em 3 de janeiro , o governo de Delcy Rodríguez anunciou a libertação de um número significativo de prisioneiros. No entanto, familiares e organizações de direitos humanos criticaram a lentidão das libertações e as condições restritivas a que muitos foram submetidos após deixarem a prisão.

A anistia exclui indivíduos condenados por homicídio, tráfico de drogas, rebelião militar ou violações graves dos direitos humanos.

O grupo de defesa dos direitos dos presos Foro Penal, com sede na Venezuela, afirmou na terça-feira que verificou apenas 91 "libertações políticas" desde que a lei de anistia entrou em vigor em 20 de fevereiro. O grupo acrescentou que solicitou a revisão de 232 casos atualmente excluídos da anistia e que quase 600 pessoas permanecem detidas. Fonte: Associated Press.




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