Hoje, esse reservatório entrega água para São Bernardo do Campo, além de Diadema e Santo André, que também “bebem” dos sistemas Cantareira, Guarapiranga e Rio Claro.
Além disso, a represa Billings é o maior reservatório da Região Metropolitana e tem grande capacidade de armazenar água, além de estar em uma região onde, em média, chove mais do que a média metropolitana. A capacidade total de armazenamento de água da Billings chega a 1,13 trilhão de litros, enquanto as represas de Jaguari, Jacareí, Cachoeira, Atibainha e Paiva Castro, que compõem o Sistema Cantareira, possuem, juntas, um total de 982 bilhões de litros de capacidade.
Investimento em Segurança Hídrica
Com investimento de R$ 1,4 bilhão, a Sabesp fortalece o sistema de abastecimento da Grande São Paulo, deixando a região mais preparada para enfrentar períodos de estiagem e eventos climáticos extremos, que têm se tornado cada vez mais frequentes.

No lado esquerdo, início da captação na Estação Elevatória de Água Bruta às margens do Rio Pequeno. No direito, Sistema Alto Tietê. - Divulgação Sabesp
Este investimento faz parte de um pacote mais amplo: até 2027, a Sabesp vai investir mais de R$ 5 bilhões em obras de segurança hídrica na região metropolitana de São Paulo, ampliando a oferta de água em 8 mil litros de água por segundo - o equivalente ao consumo de uma cidade de médio porte. Este é investimento em obras estruturantes, que vão trazer soluções definitivas para desafios históricos do abastecimento.
Com a interligação, a Sabesp vai fornecer água suficiente para atender continuamente cerca de 1,9 milhão de pessoas. Embora seja apenas uma parte do volume total disponível, essa conexão é estratégica porque integra os sistemas e permite que a água circule de forma mais inteligente entre diferentes regiões, fortalecendo todo o conjunto que abastece a capital e municípios vizinhos.
Menos impactos negativos no dia a dia, mais impactos positivos na economia
A obra também foi planejada para causar o mínimo impacto no dia a dia. São cerca de 38 quilômetros de tubulações instaladas sob vias públicas e abaixo do solo, após estudos ambientais detalhados, ou seja, mais eficiência com menos interferência na rotina da população.
Obras desse porte, que atravessam bairros, costumam impactar o dia a dia. Por isso, o cuidado com as pessoas faz parte do projeto. Antes do início dos trabalhos, equipes dedicadas em conscientização da população, conversam com moradores e comerciantes, explicam cada etapa e realizam vistorias preventivas. Durante a execução, há sinalização adequada e comunicação antecipada para reduzir transtornos. Ao final, novas visitas garantem que tudo esteja em ordem.
Por outro lado, essa obra está impulsionando a economia regional com a geração de 800 empregos diretos e indiretos.
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Mais do que água e saneamento
A Sabesp, além de realizar as obras, também investe em educação socioambiental nos municípios. Por meio do programa “Ciência Viva nas Escolas”, serão beneficiados professores e estudantes de 8 a 14 anos. A iniciativa levará às escolas um conjunto de ações que fortalecem o ensino de ciências e aproximam os alunos dos desafios ambientais presentes em seu próprio território.
Além disso, o programa vai revitalizar dez laboratórios, que passam a contar com microscópios, materiais seguros, modelos anatômicos e jogos didáticos, além de formações completas para professores —com trilhas pedagógicas, tutoriais e planos de aula voltados a ciência, água e saneamento. A proposta também inclui a Semana da Ciência e da Água, criada para mobilizar toda a comunidade escolar, e um jogo educativo especialmente desenvolvido para trabalhar temas socioambientais locais e estimular a curiosidade científica desde cedo.
Ao investir em infraestrutura e em educação, a Sabesp reforça seu compromisso não apenas com o presente, mas com o futuro da região, garantindo mais segurança hídrica, desenvolvimento e qualidade de vida para milhões de pessoas.
Problemas históricos. Soluções definitivas. É isso que estamos entregando.