Folia andreense Bloco do Madruga atraiu famílias para a festa no coração da cidade
FOTO: Gabriel Rosalin/DGABC

E as comemorações de Carnaval não pararam no Grande ABC. Em Santo André, o Bloco do Madruga lotou, nesta segunda-feira (16), o Theatro Carlos Gomes. Famílias, foliões e até mesmo idosos marcaram presença e aproveitaram a festividade
Com músicas de todos os gostos, o grupo não deixou nenhum morador ficar parado. Além do som, bonecos gigantes da Turma do Chaves, como o Seu Madruga e a Chiquinha, fizeram a diversão dos presentes.
Também comandaram a interação com o público personagens de pernas de pau e o palhaço Calombinho, enquanto o Bloco do Madruga liderava a playlist tocada por violão, cavaquinho, trio de metais, contrabaixo, bateria e percussão.
Antes da apresentação do grupo, a Banda Lira, fundada em 1918 e símbolo andreense, fez a festa com os foliões. Logo no início, às 14h, o local já estava tomado por confetes coloridos, mostrando o espírito carnavalesco.
A moradora de Santo André e dona de casa, Maria Mendes, 64 anos, foi acompanhada da amiga e artesã Josivete, 70, para curtir o dia no Carlos Gomes. Pela primeira vez, as colegas estiveram na comemoração. “Foi muito bom, tirei foto com os bonecos e curti bastante. Gostei das marchinhas também, que eram do tempo de quando eu era criança”, comentou Maria.
As amigas não deixaram passar a data e foram caracterizadas com colares e pulseiras havaianas. “Fiquei sabendo pelo site da Prefeitura de Santo André. Foi uma delícia, um ambiente bem familiar. A criançada não parou de brincar, fiquei cheia de confete”, brincou Josivete.
Durante o bloco, as serpentinas não paravam de voar pelo ar do teatro. Já no lado de fora do estabelecimento, os pequenos moradores brincavam com a espuma artificial.
A auxiliar de manipulação Abianeide França, 38, se divertia olhando a filha Ana Luiza França, 4, com o brinquedo de fazer bolhas de sabão.
O corretor de imóveis Lucas Nakamoto, 46, preferiu ficar na cidade, ao invés de viajar, aproveitando o momento ao lado da esposa e analista fiscal, Flávia Nakamoto, 40, e do filho Thomas Nakamoto, 1.
“Queríamos fugir um pouco da bagunça. E aqui é próximo de onde moramos, um ambiente seguro. Falei para minha esposa: fazia muito tempo que não via um Carnaval assim, que resgatou a tradição”, comentou o corretor.
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