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Costa Rica: candidata conservadora à presidência abre ampla vantagem; rival reconhece derrota

Ramos reconheceu a derrota na noite de domingo e prometeu fazer uma "oposição construtiva"

02/02/2026 | 10:56
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FOTO: DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


Os resultados preliminares divulgados no domingo, dia 1º, colocavam a conservadora Laura Fernández com ampla vantagem nas eleições presidenciais da Costa Rica. O Tribunal Supremo Eleitoral informou que, com 88,4% dos votos apurados, Fernández, do Partido Pueblo Soberano, tinha 48,5%. O adversário mais próximo era o economista Álvaro Ramos, do Partido Liberação Nacional, com 33,3%.

Ramos reconheceu a derrota na noite de domingo e prometeu fazer uma "oposição construtiva", mas afirmou que não deixará o governo agir sem contestação. "Em democracia, é legítimo discordar, é legítimo criticar", disse.

Fernández discursou a seus apoiadores após Ramos admitir a derrota e receber felicitações do presidente Rodrigo Chaves. "A Costa Rica votou pela continuidade da mudança, uma mudança que busca resgatar e aperfeiçoar nossas instituições democráticas e devolvê-las ao povo soberano, para gerar mais bem-estar e prosperidade", afirmou. Segundo ela, "o mandato do povo é claro: a mudança será profunda e irreversível".

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Para vencer no primeiro turno, é necessário obter ao menos 40% dos votos válidos. Caso contrário, os dois mais votados disputam um segundo turno em 5 de abril.

Fernández fez campanha defendendo a continuidade das políticas de Chaves, que não pode se reeleger. O aumento da criminalidade, em um país historicamente pacífico, pesou no debate eleitoral. Críticos apontam que o governo não conseguiu reduzir os índices, enquanto apoiadores avaliam que o estilo confrontacional de Chaves foi a melhor resposta à violência.

Ex-ministra do Planejamento Nacional e, mais recentemente, ministra da Presidência, Fernández é a sucessora preferida de Chaves e era apontada como favorita. Os eleitores também escolheram os 57 integrantes da Assembleia Nacional. O partido governista deve avançar, mas pode não alcançar a supermaioria necessária para, por exemplo, indicar magistrados da Suprema Corte. Fonte: Associated Press*.

*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.




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