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Bolsas europeias ensaiam alta e Londres segue travada por ações de commodities

Em Londres, as mineradoras seguiam em queda e travavam o ímpeto do FTSE 100

02/02/2026 | 08:05
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FOTO: Arquivo/Agência Brasil
FOTO: Arquivo/Agência Brasil Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


As bolsas europeias operam em alta, buscando uma recuperação das perdas do início do dia e monitorando o sinal dos índices futuros de Nova York. Investidores ainda assimilam as implicações da indicação do ex-diretor do Banco Central americano Kevin Warsh para o Federal Reserve. Ações de grupos ligados a commodities seguem pressionadas e limitam Londres. O ouro seguia em queda, ainda que busque sair das mínimas nesta manhã. O cobre e vários metais industriais continuam em baixa e a prata tem alta depois do tombo da sexta-feira.

Por volta das 7h58 (de Brasília), o índice pan-europeu Stoxx 600 subia 0,03%, a 611,19 pontos. A Bolsa de Londres ganhava 0,07%, a de Paris apontava avanço de 0,25% e a de Frankfurt ganhava 0,31%. O mercado de Milão tinha alta de 0,33% e o de Lisboa recuava 0,15%. Madri apresentava valorização de 0,45%.

Em Londres, as mineradoras seguiam em queda e travavam o ímpeto do FTSE 100. A Endeavour Mining perdia 4,4% e a Fresnillo cedia 3,9%. A Antofagasta recuava 3,04%.

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Em direção oposta, o FTSE 100, principal referencial do mercado de Londres, era ajudado pela Intercontinental Hotels e pela seguradora Beazley, que subiam 2,8% e 2,1%, respectivamente.

Nomes ligados à tecnologia recuavam diante das apreensões sobre os investimentos em inteligência artificial. A STMicroeletronics perdia 3% em Paris e a Infineon recuava 1,3% em Frankfurt.

O Intesa Sanpaolo cedia 0,3% mesmo após o grupo bancário italiano prometer aumentar seu lucro líquido em quase um quarto até 2029, para mais de 11,5 bilhões de euros (US$ 13,6 bilhões), e devolver cerca de 50 bilhões de euros aos investidores durante o período.

Ações do setor de defesa cediam. Em Frankfurt, a Rheinmetall recuava 1,6% e a Leonardo tinha baixa de 0,85% em Milão.

Dados divulgados hoje sobre economia da região mostraram aceleração da atividade na Alemanha, na zona do euro e no Reino Unido.




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