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Haddad: relatoria de Toffoli no caso Master é decisão interna do STF

Ministro deu detalhes sobre o almoço do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, com o ministro Dias Toffoli, no fim do ano passado

29/01/2026 | 13:07
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Ministro Dias Toffoli (FOTO: Rosinei Coutinho/STF)
Ministro Dias Toffoli (FOTO: Rosinei Coutinho/STF) Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse nesta quarta-feira, 29, ser decisão interna do STF (Supremo Tribunal Federal) o tema da relatoria sobre o Banco Master, hoje nas mãos do ministro Dias Toffoli. O caso, que tramitava na Justiça Federal, subiu para o Supremo após um pedido da defesa do dono do Master, Daniel Vorcaro. A declaração foi realizada em entrevista ao portal Metrópoles.

Haddad evitou fazer juízo de valor e disse não querer "dar manchete" contra a atuação do STF nesse processo. Para ele, o Supremo está nas mãos da pessoa correta, ao se referir ao atual presidente, ministro Edson Fachin. No mesmo argumento, ele declarou que Fachin está no "melhor âmbito" para dar resposta correta sobre a atuação da Corte.

Na entrevista desta quinta, Haddad deu detalhes sobre o almoço do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, com o ministro Dias Toffoli, no fim do ano passado.

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Um dos focos da conversa foi o combate ao crime e a corrupção, segundo o ministro. Lula teria dado exemplos de trabalhos que a Polícia Federal, o Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) e o Ministério Público estariam fazendo conjuntamente, de acordo com os relatos.

Ainda sobre o caso Master, Haddad ponderou que essa situação pode dar oportunidade para uma "reformulação institucional". Para ele, o perímetro do Banco Central está "estreito demais", aquém das necessidades. O ministro reforçou que essa é uma opinião pessoal.

Ele também defendeu que instituições como Supep (Superintendência de Seguros Privados), CVM (Comissão de Valores Mobiliários) e BC têm que "repensar a fiscalização" e eventualmente reformular esse trâmite, para melhor eficiência.




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