Política Titulo Eleições 2026

'Chapa ideal tem Haddad como governador de São Paulo e Alckmin como senador', afirma Marinho

Ministro do Trabalho e Emprego afirma que cenário é o mais favorável para reeleição de Lula e "derrota da direita"

Beatriz Mirelle
24/01/2026 | 16:30
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Adonis Guerra/SMABC
Adonis Guerra/SMABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, disse, durante agenda no Grande ABC, que a “melhor composição de chapa para derrotar a direita” é ter o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, como governador de São Paulo e o vice-presidente Geraldo Alckmin como senador. Também aproveitou a ocasião para reforçar o apoio à pré-candidatura a deputado federal do presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do Grande ABC, Moisés Selerges. Ele participou neste sábado (24) do evento "O futuro do Brasil passa pelo trabalho", na sede da entidade sindical, em São Bernardo.

"Temos um processo em construção no Estado. O ideal é termos duas lideranças: Haddad e Alckmin para colocar São Paulo e Brasil em sintonia. É o ideal para os paulistas. Apesar disso, ainda existe um conjunto de debates a serem realizados.”

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Para Marinho, Moisés Selerges será capaz de amplificar a voz dos trabalhadores no Congresso. “Hoje, aparentemente, não tem nenhum parlamentar com essa bandeira embaixo do braço. A tarefa do Moisés é liderar um processo de formação de conteúdo com outros deputados para que a gente paute as necessidades da classe trabalhadora.”

Selerges declarou novamente que não tem o objetivo de disputar como prefeito de São Bernardo em 2028. “Não penso que vou realizar o trabalho que é necessário no Congresso com um mandato. Não me vejo como candidato a prefeito nas próximas eleições.”

Comentou, ainda, que tem certeza que o PT aumentará o número de deputados de São Paulo no parlamento a partir das eleições deste ano. "Sou pré-candidato não porque o Marinho deixa de ser ou porque o presidente Lula dialogou nesse sentido, mas sim porque quero ser. É inconcebível que em um país como o nosso a última redução de jornada tenha acontecido no século passado, indo de 48 para 44 horas.  Chega a ser vergonhoso que o Congresso ainda não tenha pautado isso.”





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