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Bolsas europeias sobem e Dinamarca tem alta de 2% após alívio de ameaças de Trump

O índice OMX Copenhagen 20 teve alta em reação de alívio depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, retirou sua ameaça de impor novas tarifas aos aliados europeus por defenderem a Groenlândia e a soberania dinamarquesa

22/01/2026 | 07:30
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FOTO: Freepik Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


As bolsas europeias operam em alta, com ganhos acima de 1% em diversas praças centrais e avanço de 2% no índice OMX Copenhagen 20, em reação de alívio depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, retirou sua ameaça de impor novas tarifas aos aliados europeus por defenderem a Groenlândia e a soberania dinamarquesa.

Por volta das 7h14 (de Brasília), o índice pan-europeu Stoxx 600 subia 1,4%, a 610,81 pontos. A Bolsa de Londres marcava alta de 0,8%, a de Paris subia 1,4% e a de Frankfurt avançava 1,5%. O mercado de Milão tinha ganho de 1,2% e o de Lisboa, por sua vez, subia 1,8%. Madri apresentava valorização de 1,06%.

"Até o momento, pouco se sabe sobre o acordo. Os mercados podem precisar de mais informações e talvez de alguns dias de declarações conciliatórias adicionais para finalmente desviarem o foco da Groenlândia. Mas a proximidade da reunião do Fed (28 de janeiro) indica que um novo foco nos fatores macroeconômicos está nos planos", observam analistas do ING. Na agenda do dia, dados americanos podem trazer novos moving events, incluindo o índice de inflação dos gastos com consumo pessoal.

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A pausa das ameaças de tarifas tira um incômodo sobre as montadoras europeias e a Volkswagen saltava 4,9% em Frankfurt, enquanto a Porsche Automobil subia 2,9%.

Em Londres, a ST. James Place e Land Securities subiam 4% e 3%, respondendo pelas maiores altas porcentuais do FTSE 100. Na direção oposta, as mineradoras eram pressionadas para baixo. A Fresnillo perdia 2,6% e a Endeavour Mining recuava 2,29% em ajuste mesmo com desempenho misto das commodities e metais preciosos. Rio Tinto cedia 1,5%

Entre as ações de defesa, Rheinmetall era trocada de carteiras com queda de 1,92% em Frankfurt. A Leonardo recuava 1,5% em Milão.

A Beazley subia 0,4% após recomendar rejeição à proposta da Zurich Insurance, que avançava 1% na Suíça

As ações da Hochschild avançavam 2,6% após atualizações de produção apresentadas na quarta-feira.




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