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Haddad diz que soube da magnitude do caso Master pelo então chefe da CVM

Ele afirmou que o caso é a "maior fraude bancária" da história do País

15/01/2026 | 07:29
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FOTO: Diogo Zacarias/MF
FOTO: Diogo Zacarias/MF Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


A nota publicada anteriormente continha uma incorreção no primeiro parágrafo. O então presidente da CVM que foi à casa de Fernando Haddad foi João Pedro Nascimento, e não Otto Lobo, como constou. Segue versão corrigida:

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse na quarta-feira, 14, que o então presidente da CVM (Comissão de Valores Mobiliários), João Pedro Nascimento, foi à casa dele para falar sobre a magnitude do caso do Banco Master. Haddad afirmou que o caso é a "maior fraude bancária" da história do País.

Em entrevista à GloboNews, o ministro declarou que o assunto preocupa a Fazenda por três motivos, embora seja da alçada do Banco Central: o impacto sobre a CVM; sobre o FGC (Fundo Garantidor de Créditos), que não é estatal, mas tem participação do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal; e sobre a Receita Federal, por causa das questões tributárias.

DGABC

Haddad reafirmou que conversa diariamente com o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, sobre o caso. Questionado sobre o pagamento do FGC aos investidores, Haddad afirmou o tema não é da alçada do Banco Central, mas que acredita que tudo será pago conforme o previsto. Ainda não há data definida para que os investidores do Master comecem a receber os valores de volta.




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