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Homem que teve corpo queimado morre após acidente em Mauá

Gerlucio de Sousa, 42, sofreu politraumatismo após explosão de tanque na empresa Grax; família confirmou morte nesta sexta-feira (9)

09/01/2026 | 20:45
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Reprodução/Câmera de Segurança
Reprodução/Câmera de Segurança Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


O velório do serralheiro e morador de São Bernardo, Gerlucio de Sousa, 42 anos, está marcado para este sábado, (10) das 9h às 11h, no Cemitério Phoenix Memorial, no bairro Vila Palmares, em Santo André. O trabalhador da Grax Lubrificantes, em Mauá, sofreu um acidente durante o expediente, após a explosão de um tanque de óleo. A família confirmou a morte nesta sexta-feira (9).

Segundo o Corpo de Bombeiros, Sousa ficou com 60% do corpo com queimadura generalizadas. Após o resgate, o homem foi encaminhado ao Hospital das Clínicas de São Paulo, mas não resistiu aos ferimentos.

A família do serralheiro informou que a declaração de óbito apontou o politraumatismo como causa da morte.

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Além de Sousa, outro funcionário também ficou ferido na explosão. O operador Adriano Lacerda Viana, 46, teve uma contusão na mão, sendo enviado ao PS (Pronto Socorro) do Hospital de Clínicas Doutor Radamés Nardini, em Mauá.

A professora universitária e cunhada de Gerlucio Sousa, Rosemeire dos Santos, 53, comentou que está difícil aceitar a morte. “Passamos o dia todo em torno disso. Muito triste e doloroso. Meu esposo e irmão de Gerlucio estão inconsoláveis”, disse a docente.

Em imagem registrada pela câmera de segurança da empresa, é possível ver o momento do acidente. Na ocorrência, o serralheiro foi arremessado a alguns metros de distância. “Esperamos justiça para a companheira e para o filho de Gerlucio, que foi privado da presença definitiva do pai”, complementou a cunhada.

Após a explosão, os funcionários foram dispensados do turno. O caso foi registrado no 1º Distrito Policial de Mauá. Foram solicitados exames ao IC (Instituto de Criminalística). O Sindicato dos Químicos do Grande ABC acompanha o caso. O Diário tentou contato com a Grax Lubrificantes, mas não obteve retorno.

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