Palavra do leitor
FOTO: DGABC

‘Entregas, articulações e responsabilidade’ (Opinião, ontem). Como colocou o prefeito Gilvan Ferreira, ‘o encerramento do ano é o momento de prestar contas e avaliar resultados.’ Não são poucos os desafios que Santo André encara diariamente. Que o Ano Novo seja de realizações a todos os andreenses e também aos nossos gestores.
Ana Maria Soares
Santo André
Segurança, saúde, mobilidade, habitação, inovação… O 1º ano do prefeito Gilvan acumula feitos nessas áreas, conforme foram elencados no artigo divulgado aos leitores. Nós, moradores de Santo André, torcemos, mas também acompanhamos com lupa, para que as pautas da cidade sigam sendo atendidas no(s) próximo(s) ano(s).
Jonas Ribeiro de Assis
Santo André
‘Em seu 1º ano, sub-17 feminino do Santo André se destaca e celebra título’ (Esportes, ontem). Parabéns, meninas, dedicação traz boas consequências, fizeram bonito! Que em 2026 venham mais desafios e conquistas!
Denise Helena de Oliveira
do Instagram
‘O desafio do analfabetismo funcional’ (Opinião, ontem). Dados do Inaf (Indicador de Alfabetismo Funcional), com base no Censo 2022, mostram que o Brasil reduziu o analfabetismo absoluto para 7% da população acima de 15 anos. Ainda assim, 11,4 milhões de brasileiros não conseguem ler e escrever um bilhete simples. Mais grave é o analfabetismo funcional: 29% dos brasileiros entre 15 e 64 anos não compreendem textos, formulários ou cálculos básicos. O País avançou no ensinar a ler, mas fracassou em ensinar a compreender. Informação existe; compreensão, não. Antes dos celulares, a televisão já entregava tudo pronto. Nunca faltou acesso – faltou formação. Esse dado deveria constranger os governantes. No entanto, parece acomodá-los. Um cidadão que não entende o que lê tem menos instrumentos para questionar, cobrar e escolher. Não é coincidência que, em um País com tamanha deficiência educacional, ainda se vote em legenda, a pedido do próprio presidente, elegendo no pacote políticos que jamais passariam pelo crivo do voto consciente. Analfabetismo funcional não é herança inevitável, é consequência de escolhas políticas. Essa casta que governa o País precisa assumir sua parcela de responsabilidade. Educação não é retórica, nem slogan de campanha. É dever – e a omissão cobra um preço alto demais para continuar sendo ignorada.
Izabel Avallone
Capital
Neste penúltimo dia do ano, 30 de dezembro, foram divulgados dados de novembro do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), do Ministério do Trabalho e Emprego, sobre a criação de novas vagas com carteira assinada, e pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), resultado do trimestre encerrado também em novembro último, sobre desemprego no País. O índice do Caged, de criação de 85.864 novas vagas com carteira assinada demonstra a desaceleração da atividade econômica, já que, ocorreu uma queda de 19% sobre o mesmo período de 2024, quando foram criadas 106.133 novas vagas. E no acumulado de janeiro a novembro indica criação de 1.895.130 novos empregos. Porém, menor que no mesmo período de 2024, de 2.126.843 vagas. Já o IBGE, informa que no trimestre encerrado em novembro o nível de desemprego no País, foi o mais baixo da série histórica, ficando em 5,2% (em novembro de 2024, era de 6,1%). E, sendo a sexta queda seguida abaixo dos 6%. Uma boa notícia! Porém, essa queda do desemprego que demonstra um mercado de trabalho ainda aquecido pode adiar a decisão do Banco Central, de iniciar a redução da taxa Selic. Feliz 2026!
Paulo Panossian
São Carlos (SP)
O Diário agradece e retribui os votos de boas festas recebidos de Enio Campoi, da Mecânica de Comunicação Estratégica; e Everton Calício, vice-presidente de Comunicações da Associação Portuguesa de Desportos e equipe.
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