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Varejo cresce 2,6% no Natal, mas preferência por itens essenciais indica cautela

Cosméticos e Higiene registraram alta de 5,5%, enquanto Óticas & Joalherias avançaram 2,1%. Drogarias e Farmácias tiveram avanço de 10,3%;

27/12/2025 | 17:18
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FOTO: Rovena Rosa/Agência Brasil Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


O faturamento do varejo registrou crescimento nominal de 2,6% no Natal, na comparação com igual período do ano passado, de acordo com o Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA). Os dados consideram as vendas realizadas entre 19 e 25 de dezembro. As vendas online cresceram 10,2%, enquanto as operações em pontos físicos avançaram 1,8%.

Segundo o levantamento, o consumidor apresentou comportamento mais cauteloso ao priorizar itens essenciais em vez de presentes. O grupo de produtos chamados "presenteáveis" teve retração de 0,2%, sob pressão de Vestuário (-0,4%), Móveis, Eletro e Departamentos (-1,1%) e Livrarias, Papelarias e Afins (-2,7%). Por outro lado, Cosméticos e Higiene apuraram alta de 5,5%, enquanto Óticas & Joalherias avançaram 2,1%. Drogarias e Farmácias tiveram avanço de 10,3%; Veterinárias e Pet Shops, de 3,4%; Supermercados e Hipermercados, de 3,3%; e Autopeças e Serviços Automotivos, de 2,9%.

"O consumidor adotou um comportamento mais racional, priorizando itens essenciais, o que levou à retração de setores presenteáveis tradicionais", afirmou o vice-presidente de negócios da Cielo, Carlos Alves. "No geral, foi um Natal de consumo consciente, sustentado principalmente pelos segmentos essenciais e pelo canal digital", acrescentou.

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Ainda conforme a pesquisa, o gasto médio por compra foi de R$ 107,81. O setor de bens não duráveis marcou alta de 4,0% e o de serviços avançou 2,7%. Já o de bens duráveis e semiduráveis anotou retração de 0,3%. O contraste foi mais intenso no ambiente digital: o e-commerce de bens não duráveis teve salto de 23,3%, na contramão do recuo de 1,9% no de bens duráveis e semiduráveis.

Segundo o índice, o crédito parcelado representa 5,9% do volume das vendas, mas responde por 26,4% do faturamento total do varejo. A diferença é explicada pelo tíquete médio de R$ 484,51, acima de outras modalidades. O PIX, em contrapartida, concentra 9,2% das vendas, mas um tíquete médio de R$ 71,60.

*Conteúdo gerado com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação da Broadcast




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