Política Titulo Segurança pública

Taka prevê ampliar em 216% as câmeras de monitoramento em Diadema

Com meta de atingir o objetivo até o fim de 2026, a Prefeitura já está na fase final de conclusão da licitação para a ampliação do sistema

24/12/2025 | 19:30
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FOTO: Denis Maciel/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


No balanço do primeiro ano de gestão, o prefeito Taka Yamauchi (MDB) afirmou que tem como meta para o próximo ano tornar Diadema a cidade com o maior número de câmeras de videomonitoramento por metro quadrado do Brasil. Atualmente, o município conta com 348 equipamentos em operação, e a meta é chegar a 1.100 até o fim de 2026, ou seja, aumento de 216%. Segundo a Prefeitura, a licitação para a ampliação do sistema já está pronta.

De acordo com Taka, o investimento faz parte de uma estratégia de fortalecimento da segurança pública, que combina tecnologia, atuação da Guarda Civil Municipal e ações de ordenamento urbano. A cidade já utiliza sistemas de reconhecimento facial e prevê a criação de um novo centro de monitoramento. O governo também renovou a frota da GCM, retomou grupamentos especializados e implementou o aplicativo Ana, voltado à proteção de mulheres em situação de vulnerabilidade.

O fim dos pancadões também foi apontado pelo prefeito Taka Yamauchi como um dos destaques do período, com a retomada do caminhão de dispersão de água, o antigo Tempestade, agora batizado de Tsunami, e a aquisição do drone Tornado, utilizados para coibir aglomerações irregulares e reforçar a fiscalização na cidade. 

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“Vamos além no ano que vem, falando até em objetivo futuro. Em 2026, na parte de segurança, vamos investir ainda mais em viatura, em homens e em equipamentos”, pontuou. 

SAÚDE

Taka destacou no balanço de 2025, na área da saúde, a reestruturação que permitiu a redução de forma significativa das filas de atendimento e de exames neste primeiro ano. “Demos um choque de gestão no Hospital Municipal, reorganizamos os fluxos, qualificamos a triagem e eliminamos um problema histórico: tiramos todos os paciente dos corredores”, enumerou.

Entre os destaques, o prefeito citou o programa Saúde Sem Demora, que adotou o modelo Fast Track, no qual atendimentos de baixa complexidade passaram a ser separados dos casos urgentes, reduzindo o tempo de espera. “A instalação de minilaboratórios nos prontos atendimentos também acelerou exames, que passaram de até 12 horas para cerca de 10 minutos”, afirmou.

De acordo com o prefeito, uma força-tarefa permitiu zerar a fila de cerca de 120 mil exames represados, incluindo mamografia, tomografia e raio X. Já na atenção básica, o prazo para consultas caiu de até seis meses para, no máximo, 45 dias, garantindo mais agilidade e dignidade no atendimento à população. 

Quanto ao novo Hospital Municipal, Taka argumentou que parte do prédio do Paço, que vai abrigar o equipamento, foi demolido sem que houvesse licitação ou garantias concretas de recursos para a obra. Além disso, o local apresenta entraves técnicos e logísticos, inviabilizando a imple-mentação de unidade com urgência e emergência, além de problemas jurídicos e de impacto de vizinhança. 

O prefeito defende a mudança do projeto a áreas com melhor infraestrutura, sem prejuízo de recursos. “Acredito na sensibilidade do ministro (da Saúde) Alexandre Padilha, que ele possa de fato fazer essa alteração do local. O recurso é o mesmo”, disse Taka, que dá como opções o pátio de máquinas pesadas na Avenida Ulysses Guimarães e o Campo do Taperinha, na Vila Nogueira. 

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