Estados Unidos A decisão é incomum por atingir nomes de carreira que ocupavam cargos de chefes de missão
FOTO: Official White House Photo by Joyce N. Boghosian

Após a retirada de quase 30 embaixadores e outros diplomatas que chefiavam missões dos EUA no Exterior, o presidente Donald Trump planeja promover servidores leais aos postos mais altos do Departamento de Estado.
A decisão é incomum por atingir diplomatas de carreira que ocupavam cargos de chefes de missão. Tradicionalmente, esse grupo tende a ser mantido nos postos após transições de governo, justamente por atuar sob o princípio da neutralidade política. Ainda assim, Trump vinha sinalizando a intenção de reformular o corpo diplomático, em linha com a promessa de eliminar o que ele chama de "Estado profundo" dentro da burocracia federal.
Os planos foram noticiados inicialmente pelo site Politico, enquanto uma lista parcial das remoções foi divulgada pela Associated Press. A reorganização, no entanto, não foi anunciada oficialmente. Funcionários do Departamento de Estado passaram o fim de semana compilando nomes de diplomatas que receberam ordens de retorno aos EUA.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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