Palavra do leitor
FOTO: DGABC

Quem me comunicou sobre o falecimento do professor Luiz Roberto Alves foi o Black, hoje um homem feito, mas que, quando ainda era adolescente, ingressou no movimento hip hop de São Bernardo e, tempos depois, viria a ser um dos que estão imortalizados no livro ABC Rap, primeiro do gênero no Brasil. O professor Luiz Roberto, então Secretário de Educação, Cultura e Esportes de São Bernardo, não somente deu todo o apoio para a publicação do livro, como também assinou o prefácio. O ano era 1989, e bairros periféricos de São Bernardo, tais como Parque São Bernardo, Ferrazópolis e Taboão foram contemplados com ações culturais, esportivas e educacionais, contribuindo para grandes transformações nas vidas dos moradores que, em sua grande maioria, até então viviam em situação de muita exclusão. Apesar de não ter permanecido até o final daquela administração, o fato é que Luiz Roberto Alves não era um intelectual de gabinete, mas aquele que fazia questão de estar presente na apresentação de um espetáculo de teatro infantil numa escola de periferia, bem como numa apresentação de capoeira num dos centros de convivência idealizado por ele. No ano de 2009, durante uma mostra cultural na rua Almeida Leme, no Parque São Bernardo, eis que ele surge acompanhado do seu filho Ariel e, ambos, permaneceram por lá prestigiando as atrações. Viva, Luiz Roberto Alves!
Neusa Borges
São Bernardo
‘Câmara cassa Eduardo Bolsonaro e Alexandre Ramagem e publica ato no Diário Oficial’ (www.dgabc.com.br). Demorou muito, não é?
Ellen Cristina
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Que notícia boa.
Terezinha Souza
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Finalmente! Nunca vi parlamentar home office.
Tábata Gobeti
do Instagram
Demorou demais, agora falta a devolução do dinheiro. Luiz Carlos Fernandes do Instagram Até que enfim fizeram justiça uma única vez esse ano. Eduardo Carlos Adalberto
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Menos dois lesa-pátria! Elver Gobbi do Instagram Ao sinalizar a cobrança por mala de mão, o presidente da Câmara Hugo Motta disse que trataria o assunto com urgência. Deputados e senadores correram para aprovar o projeto primeiro, cada um em busca de protagonismo. Resultado? Os textos estão parados, e a cobrança continua apesar da ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) ter dito que essa tarifa, vendida em algumas rotas internacionais, garante o direito à franquia mínima de 10 kg de bagagem de mão, por passageiro. Se o Senado proibiu cobrança adicional pela mala de bordo, a Câmara foi além e retomou o despacho gratuito de bagagem com malas de até 23 kg e proibiu a existência de taxas para marcação do assento. Prometeram solução para o cidadão, mas o que prevalece é o eterno teatrinho legislativo: palanque sim, resultado prático não. Mota é Alcolumbre foram questionados porque a paralisação do projeto. Silenciaram. Sobrou discurso, faltou ação. Enquanto isso, o passageiro paga, reclama e assiste a um duelo de vaidades entre Câmara e Senado. No fim, quem sente o peso da bagagem não é o legislador: é o cidadão comum. Na disputa por holofotes, os parlamentares transformam lei em atraso, e a cobrança em lucro político. Quem viaja paga, quem legisla se exibe. Luciana Lins Campinas (SP) O Diário agradece e retribui os votos de boas festas recebidos de Vera Moreira Comunicação e equipe; Conecte Comunicação e equipe; Katia Marchena, Strong Business School e equipe; e Volkswagen Caminhões e Ônibus.Parlamentares cassados – 4
Parlamentares cassados – 5
Parlamentares cassados – 6
Cobrança por mala
Boas festas
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