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Lula afirma que manda mensagem para equipe de Trump a cada 15 dias

Ação disponibiliza abatimento de até 80% sobre valor principal e total para juros e multas

19/12/2025 | 08:39
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FOTO: Agência Brasil Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


O presidente Lula afirmou que entra em contato com a equipe do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a cada 15 dias para falar sobre a tarifa de 40% sobre exportações brasileiras, que ainda afetam 22% das vendas nacionais ao País.

“A cada 15 dias eu estou tomando a atitude de mandar uma mensagem pessoal para o Trump, ‘tá faltando outra coisa, tá devagar tal coisa’. Porque é o seguinte, quem engorda o porco é o olho do dono. Se eu fingir que eu esqueço, eu que tenho interesse, ele acha que está tudo resolvido e não, eu tenho que cobrar, eu tenho interesse”, assegurou. Lula reforçou que o Brasil segue na mesa de negociação, sob coordenação do vice-presidente Geraldo Alckmin e os ministros Fernando Haddad (Fazenda) e Mauro Vieira (Relações Exteriores), mas que está pessoalmente empenhado em cobrar diretamente o mandatário norte-americano sobre o pleito do Brasil

“Desde o momento que o presidente Trump fez a taxação, eu sempre defendi que é direito soberano de qualquer país taxar produtos do Exterior que entram no seu país se ele entender que aquele país está tendo prejuízo de desenvolvimento por conta das importações. Aqui no Brasil nós vivemos taxando produtos. Então, eu não sou contra ele tomar atitude de taxar. O que eu fui contra e disse publicamente é que os motivos pela taxação não eram os verdadeiros. Eu acho que o presidente Trump já reconheceu isso e ainda faltam algumas coisas que nós vamos conseguir”, indicou.

DGABC

VENEZUELA

O presidente Lula também se manifestou novamente sobre a escalada de tensões entre Estados Unidos e Venezuela. Ontem, ele disse que voltará a falar com Donald Trump, até a próxima semana, em busca de uma solução que evite uma invasão militar no país vizinho. Tropas dos Estados Unidoscercam o Mar do Caribe na fronteira venezuelana, sob alegação de combate ao narcotráfico. 

“Eu estou pensando, antes do Natal, em conversar com Trump outra vez para saber o que é possível o Brasil contribuir para que a gente tenha um acordo e não uma guerra”, afirmou a jornalistas, no Palácio do Planalto.




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