Austrália O ataque reacendeu o debate sobre o controle de armas no país
FOTO: DGABC

A polícia federal australiana afirmou nesta terça-feira (16) que o ataque a tiros que matou 15 pessoas durante uma celebração de Hanucá na praia de Bondi, em Sydney, foi um ato terrorista inspirado pelo Estado Islâmico. Os suspeitos eram pai e filho, de 50 e 24 anos. O mais velho foi morto pela polícia, enquanto o filho permanece hospitalizado.
Segundo o primeiro-ministro Anthony Albanese, as conclusões se baseiam em evidências recolhidas pela investigação, incluindo bandeiras do Estado Islâmico encontradas no veículo apreendido no local do ataque. Ao menos 25 pessoas seguem internadas, dez delas em estado crítico, incluindo três crianças.
O ataque reacendeu o debate sobre o controle de armas no país. Albanese e líderes estaduais prometeram endurecer ainda mais as leis de posse, após vir à tona que o suspeito mais velho havia adquirido seis armas legalmente. As autoridades também investigam uma viagem recente dos suspeitos às Filipinas e confirmaram a apreensão de dispositivos explosivos improvisados no carro ligado ao ataque. Fonte: Associated Press.
Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.
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