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CCJ do Senado adia votação de projeto que trata de impeachment de ministros do STF

Com o adiamento, indica Weverton, o projeto escaparia da discussão de ser votado após decisão liminar do ministro Gilmar Mendes, do STF

10/12/2025 | 11:07
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FOTO: Pablo Valadares/Câmara dos Deputados
 FOTO: Pablo Valadares/Câmara dos Deputados Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado decidiu adiar a votação do projeto que atualiza a lei de impeachment no Brasil para o próximo ano, a pedido do relator da proposta, senador Weverton Rocha (PDT-MA). O projeto trata de regras para o afastamento de ministros do Supremo Tribunal Federal.

Weverton disse que ainda recebe sugestões de mudanças no texto e que, após conversa com o autor do texto, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), na manhã desta quarta-feira, 10, decidiu fazer mais uma sessão de debates.

"Estive com Rodrigo Pacheco nesta manhã, que é o autor dessa lei e ele me fez a seguinte sugestão: Weverton, já realizamos audiências, vamos só pedir mais uma sessão de debate no plenário do Senado na volta do recesso, para que a gente possa dar mais luz ao relatório, voltar para a CCJ para que a gente aprofunde esse debate e vote", afirmou.

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Além dos próprios senadores, Weverton disse que recebeu sugestões de mudanças no texto das Forças Armadas e membros do Ministério Público.

Com o adiamento, indica Weverton, o projeto escaparia da discussão de ser votado após decisão liminar do ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal), que dificultou a possibilidade de o Senado fazer tramitar processo de impeachment contra magistrados da Corte.

"Primeiro, a gente sai dessa discussão menor de estar fazendo lei para discutir liminar dada recentemente. Não é o objetivo da lei e muito menos o espírito dela", afirmou Weverton.




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