Política Titulo Maior receita da história

São Bernardo aprova orçamento de quase R$ 7,6 bilhões para 2026

Redação recebe aval de 23 parlamentares, com nove emendas rejeitadas

Bruno Coelho
04/12/2025 | 08:39
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FOTO: André Henriques | DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


Vereadores de São Bernardo aprovaram ontem a LOA (Lei Orçamentária Anual), estimando R$ 7,586 bilhões no próximo ano, com 23 votos favoráveis e apenas duas abstenções. As receitas projetadas em 2026 superam em 12,82% os R$ 6,723 bilhões previstos para o atual exercício. Junto ao texto original, o Legislativo deu aval a duas emendas do próprio governo, enquanto rejeitou outras nove de parlamentares fora da base de sustentação do prefeito Marcelo Lima (Podemos). 

Conforme nos últimos anos, a Educação seguirá com a maior fatia orçamentária prevista na LOA, ao atingir meta de R$ 1,516 bilhão em receitas para a função, enquanto a Saúde prevê dotação orçamentária de R$ 1,501 bilhão. Em seguida, a área de Urbanismo tem projetados R$ 725,9 milhões, acompanhada da Administração (R$ 473,7 milhões), Habitação (R$ 250,2 milhões), Segurança Pública (R$ 131,2 milhões), Assistência Social (R$ 83 milhões), Trabalho (R$ 79,6 milhões), e Esporte e Lazer (R$ 58,7 milhões).

Com aval do Parlamento, Marcelo Lima passará a contar com o maior orçamento da história de São Bernardo. A planilha financeira de 2026 voltou a apresentar evolução de um ano para o outro, visto que os valores estipulados no atual exercício são inferiores aos R$ 7,008 bilhões em 2024. 

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Desse modo, Marcelo Lima receberá o maior orçamento da história de São Bernardo. A planilha financeira de 2026 voltou a apresentar evolução, visto que os valores estipulados no atual exercício são inferiores aos R$ 7,008 bilhões de 2024. No o próximo ano, a administração direta, composta por secretarias e Câmara - com previsão de R$ 100 milhões - terá à disposição a soma de R$ 6,556 bilhões. Os valores para a Previdência Municipal e autarquias estão estimados R$ 999,3 bilhões e R$ 29,8 bilhões, respectivamente. 

O governo teve uma emenda aditiva e outra modificativa ao próprio texto. Já a Ana Nice (PT) sugeriu a construção de duas UBSs (Unidades Básicas de Saúde), enquanto João Viana (Cidadania) apresentou oito mensagens à redação, todas rejeitadas. O vereador se juntou ao colega de partido, Shell Gomes, nas abstenções à LOA.




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