Em Rio Grande Ex-presidente foi preso no sábado (22) após tentar violar a tornozeleira eletrônica com um ferro de solda
FOTO: Denis Maciel/DGABC

O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho (PT), durante o lançamento da Escola do Trabalhador 4.0 na tarde desta segunda-feira (24), em Rio Grande da Serra, seguiu recomendação do governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre evitar comentários públicos com relação à prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
“Não comento decisão do judiciário. Decisão da Justiça, cumpra-se”, disse Marinho, ex-prefeito de São Bernardo entre 2009 e 2016.
Apesar de evitar citar o nome de Bolsonaro, Marinho disse que “todos conhecem as estripulias do nosso ex-presidente”.
Bolsonaro foi preso no sábado (22) após tentar violar a tornozeleira eletrônica com um ferro de solda. A decisão para que o liberal fosse levado à cela da superintendência da PF (Polícia Federal) de Brasília foi assinada pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes. No domingo (23), após audiência de custódia na qual admitiu ter tentado violar o equipamento de monitoramento durante um suposto surto psicótico por uso de medicamentos, teve a prisão preventiva mantida.
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