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Base deve derrubar as nove emendas apresentadas pela oposição à LOA 2026

Lei Orçamentária estima receita de R$ 2,74 bi, 5,38% superior a deste ano

17/11/2025 | 22:06
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FOTO: Denis Maciel/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


A Câmara de São Caetano realiza nesta terça-feira (18) a segunda votação da LOA (Lei Orçamentária Anual). A peça prevê arrecadação de R$ 2,74 bilhões para 2026, alta de 5,38% com relação ao valor projetado em 2024 e executado neste ano. O texto, de autoria do Executivo, recebeu nove emendas apresentadas pela oposição, no entanto, a expectativa é de que os modificadores à proposta original sejam rejeitados em plenário.

Na semana passada, o Orçamento recebeu 16 votos favoráveis. Bruna Biondi (Psol) e Matheus Gianello (PL) votaram contra, Getúlio de Carvalho Filho, o Getulinho (União Brasil), absteve-se, Fábio Soares (Republicanos), ausentou-se por questões de saúde, e Carlos Humberto Seraphim, o Dr. Seraphim (PL), no exercício da presidência, não votou.

Em linhas gerais, as emendas sugerem o remanejamento de recursos do tesouro municipal alocados em determinadas Pastas a outros setores, como, por exemplo, para a modernização nos sistemas de gerenciamento de consultas e exames, integração do prontuário de pacientes em tempo real, implementação de um novo Caps (Centro de Atenção Psicossocial), aumento no efetivo da Guarda Civil Municipal e ampliação do sistema de reconhecimento facial, atualização dos laboratórios de informática das escolas e ampliação do sistema de ensino integral, acessibilidade urbana para PCDs (Pessoas com Deficiência), a programas de defesa dos direitos das mulheres, redução das verbas de Comunicação, manutenção das UBSs (Unidades Básicas de Saúde) e ações de combate à violência nas escolas.

DGABC

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As propostas de mudanças foram sugeridas por Bruna, Getulinho e Parra. O trio, que forma oposição ao governo Tite Campanella (PL), deve ter os textos apresentados rejeitados pela base governista, prática corriqueira na Câmara.

Parra, apesar de entender a dificuldade de conseguir emplacar as emendas, diz que vai atuar em plenário para demover os vereadores de serem contrários aos modificadores de sua autoria sugeridos à peça original. “O objetivo das minhas é garantir a retomada do funcionamento das UBSs no período noturno e aos sábados em unidades estratégicas da cidade e assegurar recursos para o combate à violência no ambiente escolar. O bloco governista possui a ampla maioria na Câmara, mas, mesmo assim, vou trabalhar em plenário para que elas sejam aprovadas”, disse.

O líder de governo, César Oliva (PSD), foi procurado, mas não se manifestou até o fechamento desta reportagem.




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